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A maior usina solar do Brasil já funciona em Campinas, SP

Rinaldo de Oliveira
12 / 12 / 2012 às 00 : 00
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Por Roberto Garini
A maior usina solar do Brasil já está em funcionamento.
Ela fica em Campinas, São Paulo, e foi inaugurada na semana passada.
A partir de 2013, a eletricidade usada pelos moradores de cidade será composta, em parte, pela energia fotovoltaica, proveniente da luz solar.
O projeto foi um dos 18 aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no ano passado.
Com investimento de R$ 13,8 milhões, a Usina foi construída pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), com o apoio da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para que a matriz energética do estado de São Paulo passe a ser menos dependente das hidroelétricas. 
O objetivo desse projeto da CPFL, pioneiro no estado de São Paulo, já que a outra usina do mesmo tipo fica localizada no Ceará, é ampliar o conhecimento em relação ao uso da energia fotovoltaica.
As pesquisas que serão realizadas na Usina, estarão a cargo da Unicamp e  seguirão até 2015 a fim de que sejam feitas melhorias técnicas e comerciais.
Essas melhorias farão uma inserção, mais eficiente e mais eficaz, desta opção tecnológica de geração de eletricidade na matriz energética do Estado de São Paulo e mesmo do Brasil.
Como se sabe, o Brasil só tem experiência nesta área em projetos para residências e industrias de pequeno porte.
Com esta nova planta, em Tanquinho, seu funcionamento deve abastecer cerca de 650 clientes, que consomem em torno de 200 kWh todo mês.
Segundo a concessionária, este montante representa quase 70% da população da cidade de Campinas.
Este é um desenvolvimento tão importante quanto foi o desenvolvimento da energia eólica, em um centro tão avançado tecnologicamente como o da região de Campinas, pois do ponto de vista de luminosidade existem outros locais mais apropriados, porém grande parte do conhecimento sobre a tecnologia fotovoltaica esta na região.
A energia solar ainda não é economicamente viável em relação à hidroelétrica e só com a pesquisa científica é que vai deixar de ser. 
Proveniente da conversão direta da luz solar em eletricidade, a energia fotovoltaica é gerada por meio de células solares, que são painéis fotovoltaicos com a capacidade de criar uma diferença de potencial elétrico entre os terminais por meio da luz. Dessa forma, as células absorvem a energia e formam uma corrente elétrica, assim como uma bateria. 
Outros projetos já estão aprovados para o Estado de São Paulo, onde duas futuras inaugurações prometem contribuir muito com as pesquisas na área.
Desenvolvida pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp), uma pequena usina solar começará a funcionar no Parque Villa-Lobos até dezembro do ano que vem, com investimento de R$ 13,3 milhões.
Além disso, a AES Eletropaulo investiu R$ 24 milhões na instalação de uma rede de energia solar na construção do estádio Itaquerão, uma das sedes dos jogos da Copa do Mundo de 2014.
Com informações da CPFL e Casa do Empresário.

 

 

 

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