Alcoolismo: remédio segura sintomas da abstinência e ajuda a parar de beber

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Um remédio normalmente usado como relaxante muscular em várias doenças neuromusculares, está sendo usado com sucesso na Europa para curar dependentes de álcool.
O Baclofeno, como é chamado o medicamento, acaba com os efeitos da abstinência: “No que diz respeito ao álcool, chega a ter sucesso em cerca de 90% das pessoas”, explica Ramiro Araújo, médico-psiquiatra responsável do Hospital da Lapa, no Porto, Portugal.
O método usado pelo especialista português foi desenvolvido pelo professor francês Olivier Ameisen.
O tratamento
À medida que o paciente toma os comprimidos, ele vai deixando de sentir vontade de beber.
Em média, são necessários entre 45 e 60 dias para conseguir controlar os sintomas da abstinência, o que acontece em 90% dos casos, e um período idêntico para o paciente se tornar indiferente à bebida, que acontece em 50% das pessoas.
Depois vem o tempo de manutenção até à estabilização do paciente, que pode durar entre 3 a 6 anos, onde é mantida uma pequena dosagem (30 a 50 miligramas) de Baclofeno, para que se sintam “compensados de pequenos problemas, como a ansiedade e a timidez, que muitas vezes são a causa de condutas iniciais de bebida”.
“O tratamento é feito em casa, na comodidade do lar de cada um, ao mesmo tempo que mantém as suas atividades de lazer e até a sua ocupação profissional, salvo alguns curtos períodos de ‘baixa’ sem poder dirigir ou operar máquinas”, esclarece.
No começo são prescritas pequenas doses diárias do medicamento, que vão sendo gradualmente aumentadas.
Os efeitos são notórios na redução das quantidades de álcool ingeridas por dia.
No fim, o resultado é a perda de vontade de beber.
Preço
“É o mais barato de todos os tratamentos, pois não exige qualquer tipo de internação”, garante o responsável.
Numa fase de tentativa de cura da dependência psicológica, com uma posologia de 200 mg, custará cerca de 1 euro por dia (menos de 4 reais)”, conta o especialista.
O remédio só pode ser comprado na Europa com receita médica.
Com informações do Boas Notícias.

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