Cientistas se comunicam por telepatia digital pela primeira vez

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Foto: Universidade de Washington
Cientistas acreditam ter criado o primeiro sistema de comunicação por telepatia digital.
Ele conseguiram fazer dois cérebros humanos se comunicarem sem palavras, nem imagens.
Um pesquisador norte-americano enviou um sinal cerebral a outro cientista através de um sistema apoiado na Internet, e fez com que o colega movimentasse a mão por uma indicação que tinha sido dada mentalmente.
Rajesh Rao, especialista da Universidade de Washington, nos EUA, enviou um sinal cerebral a Andrea Stocco, pesquisador que estava em outro extremo do campus universitário.
Quase instantaneamente, Stocco, que se encontrava num outro laboratório com um “capacete” de estimulação magnética transcraniana ligado ao córtex motor, que controla o movimento das mãos, moveu involuntariamente o dedo indicador da mão direita para pressionar o botão de disparo no teclado à sua frente, como reação ao pensamento de Rao.
“Foi ao mesmo tempo entusiasmante e assustador ver uma ação imaginada pelo meu cérebro a ser traduzida em movimento por outro cérebro”, admitiu Rao.
“O que aconteceu foi, basicamente, a transferência unidirecional de informação do meu cérebro para o dele. O próximo passo é conseguir uma conversação com dois sentidos entre dois cérebros”, explicou.
Apesar do progresso alcançado, os pesquisadores alertaram que esta tecnologia apenas permite ler determinados tipos de sinais cerebrais e não descodificar os pensamentos de outra pessoa.
Além disso, garantiram que não dá a ninguém a hipótese de controlar as ações de terceiros contra a sua vontade.
A experiência, feita em agosto, foi gravada em vídeo e postada no Youtube (no fim da página).
“A Internet já conseguia ligar computadores e, agora, também é uma alternativa para ligar cérebros”, disse Rao em nota.
Outra experiência
Agora eles querem ir além:
“O nosso objetivo é pegar no conhecimento armazenado num cérebro e transmiti-lo diretamente de cérebro para cérebro”, acrescenta o investigador.
Futuramente, uma tecnologia deste tipo poderá ser usada, por exemplo, para que alguém que se encontre na terra possa ajudar um piloto a fazer uma aterrissagem, caso este perca a consciência, ou para que indivíduos com deficiência possam comunicar os seus desejos de comida ou água.
De acordo com a equipe, isso poderia ser feito mesmo que as duas pessoas envolvidas falassem línguas diferentes.
Com informações do Boas Notícias.

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