CãoMinhada derruba lei contra a liberdade de cães em parques

Foto: arquivo pessoal/Bruno Tempesta
Por Rinaldo de Oliveira
Moradores de Brasília deram um exemplo de cidadania está mantido.
Cerca de 800 pessoas fizeram um protesto pacífico na cidade para derrubar uma lei aprovada na semana passada pelos deputados distritais.
A CãoMinhada, organizada pelas redes sociais pediu que o governador Agnelo Queiro, derrubasse o Projeto de Lei, que proíbe a circulação de cães em parques do Distrito Federal.
A pressão foi tanta que Agnelo se adiantou ao movimento e horas antes vetou a proposta.
Mesmo assim os donos de pets fizeram a CãoMinhada, agora para comemorar a vitória.
A proposta
O Projeto de Lei que dizia que, independentemente do porte do animal, ele só poderia permanecer na área de lazer, em locais cercados.
E mesmo nestes espaços, os animais deveriam estar com coleiras e focinheiras, acompanhados de pessoas maiores de 18 anos.
A multa para quem descumprisse seria de R$100.
Animais com focinho achatado, como buldogues, puggys e shih-tzus, que não conseguem usar focinheiras, ficariam automaticamente proibidos de passear nos parques.
“Fica óbvio que a lei não resolve nenhum problema existente. Ela vai contra tudo que tem ocorrido no mundo em relação à liberdade dos cães. A legislação atual já exige que cães agressivos utilizem a focinheira, já exige que a pessoa a conduzir o cão seja adequada para sua força e tamanho”, disse o analista de sistemas Pablo Nunes, um dos 5 organizadores da CãoMinhada, ao SóNotíciaBoa, pelo Facebook.
“Na Europa, cães podem utilizar o transporte público, os parques dos Estados Unidos são incríveis. Em diversos hospitais já existe a terapia canina, em que cão auxilia no processo de recuperação dos pacientes. Em todo lugar vemos a integração entre o homem e os cães, só o Legislativo do DF está remando contra a maré, andando para trás”, analisa Pablo..
Parcão
Em vez de focinheiras, os organizadores querem a criação do ParCão, um local para os cães brincarem livremente, pedido que foi feito “em 2012 para o diretor do Parque da Cidade e administrador de Brasília”, lembra Bruno.
“Queremos sim uma área cercada, que chamamos de ParCão, mas lá nossos amigos peludos não vão estar com focinheiras, eles estarão livres para se socializar. Mas sem tirar o direito de uma família levar seu cão para uma caminhada, uma corrida, ou mesmo um piquenique. Sempre defendendo a guarda responsável”, pede o servidor público Bruno Tempesta, 39 anos, dono de dois golden retrievers, Nalu e Bili, e um dos organizadores da CãoMinhada.
Serviço:
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