Idosa gasta 10 mil para evitar derrubada de paineira e recebe ajuda

Fotos: Nilda Jacinto da Silva/Arquivo pessoal/G1
Veja o que uma senhora foi capaz de fazer para salvar uma paineira, de 50 anos.
Ameaçada de ser cortada pelo novo da casa onde ela viveu, a professora aposentada Alma Ione Marinoni, de 75 anos, fez um empréstimo de 10 mil reais para replantar a árvore em outro local.
E deu certo: os primeiros brotos começaram a nascer na paineira, que tem 15 metros de altura e pesa 30 toneladas.
A boa ação dela com a natureza rendeu frutos.
Solidariedade
Depois que a história foi mostrada no G1, várias pessoas começaram a mandar dinheiro, para ajudar a aposentada a pagar o empréstimo.
Ela já conseguiu levantar metade do valor do empréstimo: 5 mil reais.
“Não era a minha intenção [receber doações]. Só queria salvar minha árvore. Mas fico feliz porque prova que existe gente boa e que ainda gosta de natureza. Teve gente que me mandou R$ 10, R$ 100 e até R$ 500”, conta Alma.
Restam 2 mil reais para pagar ao banco.
A árvore
A paixão pela paineira tem memorias de família.
Alma nasceu em Gênova, na Itália, e se mudou para o Brasil com os pais no fim da década de 1950.
Primeiro, viveu em São Paulo e, em 1964, foi para Goianira, em Goiás.
Naquele ano, o pai dela plantou a árvore no quintal da casa onde moravam.
Com as mortes dos pais, Alma se mudou da casa e, após sucessivos problemas com inquilinos, decidiu vender o imóvel da família.
No entanto, o novo comprador precisava atender a uma única exigência: não cortar a paineira.
O imóvel foi negociado em 2013, mas, segundo a aposentada, o proprietário não cumpriu o acordo.
“Meses depois, ele mudou de ideia e me comunicou que precisava cortá-la”, afirma a aposentada.
Em janeiro deste ano ela decidiu replantar a paineira em outro lugar.
Com o trabalho de vários homens, carretas, retroescavadeira e até de um guindaste, a árvore foi içada e levada para uma região afastada da cidade, e replantada onde a prefeitura pretende fazer um bosque.
Brotos e periquitos
Alma continua visitando a paineira, também conhecida como “barriguda”, todos os dias.
“Tenho medo de que alguém fazer alguma maldade com ela”, diz.
Ela considera “ótima” a evolução da planta, três meses depois da operação que a replantou.
Com informações do G1.

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