Manta infravermelha ajuda a emagrecer

Foto: Agência Fapesp
Uma manta desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está ajudando no processo de emagrecimento.
Ela foi testada em um grupo de 48 mulheres que estavam acima do peso considerado ideal e as aplicações, feitas três dias por semana durante 16 minutos, deram resultado.
As mantas são colocadas na barriga, nas coxas e no bumbum.
“A luz infravermelha ativa algumas células do músculo, deixando esse músculo mais ativo e, por ele se tornar mais ativo, associado à atividade física, indiretamente vai ocorrer a quebra de gordura para suprir a necessidade desse músculo”, explicou Fernanda Oliveira Duarte, pesquisadora da UFSCar.
7 kg a menos
A guarda municipal Zilda Morais de São Carlos, no interior de SP, mudou do manequim 50 para 44 e o peso passou de 87 quilos para 80,3 quilos, após mudar hábitos alimentares, fazer exercícios e usar a tecnologia. “Com certeza valeu a pena”, comemorou, em entrevista ao G1.
Aos 39 anos, ela teve de mudar o cardápio radicalmente. “Eu fico tomando água, às vezes, suco de limão com adoçante, e depois vem a refeição, o almoço, que é arroz integral, um filé grelhado ou peixe grelhado, legumes diversificados e salada, bastante salada”, disse. Ela também aderiu à prática de exercícios físicos e malha todos os dias por pelo menos uma hora
Resultados
“Durante esse período, 90% das mulheres perderam pelo menos 2 quilos de peso corporal, entretanto, as principais alterações observadas foram mudanças na composição desse peso. Perderam gordura, ganharam massa muscular, reduziram medidas corporais, de cintura, abdômen, quadril, de pescoço também”.
Como Zilda, a atendente de farmácia Cristina Santos notou esses benefícios e aprovou a pesquisa.
“Perdi quase 3 quilos no total. Saio muito satisfeita do projeto porque ele me deu um caminho para continuar atingindo meu objetivo, que é emagrecer mais”.
“A manta sozinha não resolve nada, tem que associar com a prática de atividade física e uma alimentação balanceada”, explicou Fernanda Oliveira Duarte, pesquisadora da UFSCar.
Com informações do G1

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