Tênis sustentável é feito de redes de pesca ilegais

Foto: Divulgação
Um tênis sustentável, feito com redes de pesca ilegais, recolhidas da costa da África Ocidental pela ONG Sea Shepherd.
O produto é uma iniciativa voltada à conscientização, preservação e limpeza dos oceanos.
Ele foi criado em parceria entre a fabricante Adidas com o Parley for the Oceans.
O resultado foi apresentado durante a UNxParley, em Nova York, EUA.
Como
É um tênis conceitual criado a partir de lixo marinho.
O tênis veio da transformação de 70 km de redes ilegais de pesca no mar da costa africana.
Lixo Marinho
Segundo pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o valor anual de danos causados por lixo marinho é de US$ 13 bilhões.
O dado leva em conta produtos plásticos que vão parar no mar e acabam deteriorando recifes de corais e agredindo animais. “Todo pedaço de plástico que já foi criado ainda está por aí, e boa parte disso está flutuando nos oceanos.
Uma pesquisa recente nos mostrou que, todos os dias, são jogados nos oceanos algo entre 5 e 12 milhões de toneladas de plástico.
E esse número só tende a aumentar se não fizermos nada para impedir”, conta Mary Grygiel, porta-voz da Parley for the Oceans, para o Caminhos Para o Futuro.
Oportunidade
“O plástico é uma falha do design; o único jeito de superar essa falha é transformá-la em uma oportunidade”, diz Mary.
A missão principal da Parley é salvar o maior número possível de animais e oceanos. A parceria com a Adidas é, então, crucial para o levantamento de fundos para dar suporte às pesquisas e criação de iniciativas que ajudem nesse objetivo.
A organização espera, além de criar roupas e acessórios incríveis, educar. “Primeiro queremos mostrar que é possível não usar plástico. E quando ele for realmente necessário, é possível reaproveitar algo que já existe, ao invés de criar mais plástico para o mundo”, diz Mary.
Lançamento
No início do próximo ano, a Adidas X Parley vai apresentar uma linha completa de produtos para o consumidor final.
“Nosso maior desafio foi desenhar esses produtos de um jeito que transmitam ao consumidor a história da poluição causada pelos plásticos.
Queremos transformar esse comprador em uma parte da solução e encorajá-lo a dar pequenos passos para lutar contra o problema e fazer a diferença na proteção e conservação dos oceanos”, conclui Mary.
Com informações da Revista Galileu

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