Brasileira é campeã da Olimpíada Nuclear

Foto: divulgação
A estudante Alice Cunha da Silva, de 25 anos, venceu nesta quinta-feira a “Olimpíada Nuclear”, competição mundial de universitários promovida pela World Nuclear University.
Ela disputou com outros quatro finalistas, em apresentação na sede da Agência Internacional de Energia Atômica, na Áustria.
Alice, que está se formando em engenharia nuclear pela UFRJ, levou o troféu, com uma dissertação sobre a produção de radioisótopos.
A estudante passou por várias etapas antes de chegar à Áustria, incluindo a produção de um vídeo com o tema “Técnicas Nucleares para o Desenvolvimento Global”, que teve 15 mil curtidas no Youtube e o SóNotíciaboa ajudou a divulgar em julho.
Quando o prazo foi encerrado, ela tinha mais do que o triplo de curtidas do que o segundo colocado.
O trabalho foi voltado às aplicações médicas da engenharia nuclear, abordando os radioisótopos e ressaltando que a ciência nuclear também salva vidas.
A estudante atualmente trabalha na unidade brasileira da Westinghouse, onde atua na área de “core engineering”, também dando apoio às operações da empresa no Brasil.
O exemplo da trajetória de Alice, pode gerar um estímulo importante para novos cursos de graduação e novos olhares do Estado para essa carreira.
Atualmente, há uma grande preocupação na área com a formação de novos quadros de mão de obra qualificada, já que a maior parte dos profissionais ativos na indústria vem de outras décadas e muitos devem se aposentar nos próximos anos.
A estudante mostrou desde o início da faculdade que podia contribuir com o segmento.
Com apenas dois anos de ingresso na UFRJ, em 2013, ela teve um trabalho selecionado para uma conferência de estudantes da área nuclear realizada no Massachusetts Institute of Technology (MIT), promovida pela American Nuclear Society (ANS).
Além disso, foi uma das fundadoras da seção estudantil de engenharia nuclear latino-americana da ANS, estudou um ano no Departamento de Engenharia Nuclear da Pennsylvania State University, em 2014, por meio do programa Ciência sem Fronteiras.
Com informações de OGlobo

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