Câmara aprova lei que autoriza uso da ‘pílula do câncer’ da USP

O Projeto de Lei que autoriza a produção e o uso da “pílula do câncer” da USP, a fosfoetanolamina sintética, para pacientes que lutam contra a doença, foi aprovado por unanimidade pelo plenário da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira, 8.
O projeto permite que a droga seja liberada para uso mesmo antes de concluídas as pesquisas para o seu registro definitivo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O projeto, assinado por 25 parlamentares de diversas legendas, vai agora para o Senado.
A fosfoetanolamina – mostrada aqui no SóNotíciaBoa -, ganhou grande destaque em todo o país no final do ano passado depois que pacientes conseguiram liminares na justiça permitindo a entrega da droga, que havia sido suspensa pela justiça de São Paulo.
De acordo com os autores do projeto, a substância acabou representando uma esperança para pessoas com câncer, por ser uma alternativa ao tratamento convencional, melhorando a qualidade de vida, ou até chegando à cura.
A proposta que passou pela câmara diz: “pesquisadores vinculados ao Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), conseguiram desenvolver uma via de síntese laboratorial dessa substância naturalmente encontrada no corpo humano e passaram a distribuir o produto da síntese para doentes que não mais dispunham de alternativas terapêuticas eficazes contra os cânceres”.
Receita médica
O texto estabelece que pacientes diagnosticados com neoplasia maligna poderão, por livre escolha, fazer uso da fosfoetanolamina sintética, desde que um laudo médico comprove o diagnóstico e que o paciente ou seu representante legal assine um termo de consentimento e responsabilidade.
A opção pelo uso voluntário da substância não exclui o direito de acesso a outras modalidades terapêuticas.
Durante audiências públicas na Comissão de Seguridade Social e Família sobre o tema, houve relatos de que a substância se mostrou muito promissora ao apresentar “efeitos antitumorais em testes in vitro e em animais de laboratório”.
Entretanto, não existem, até o momento, estudos científicos que comprovem a eficácia e a segurança no uso dessa substância, que são necessários ao seu reconhecimento como medicamento.
Com informações da AgênciaBrasil

Brasil desenvolve stent de resina para baratear custo de tratamento cardíacos
Mulher que ficou 3h agarrada a poste na enxurrada de MG reabre restaurante e agradece a Deus
Filha faz surpresa para a mãe e esconde diploma no meio das compras; “nunca é tarde”; vídeo
Menino que corria descalço ganha tênis novo, vence corrida e emociona no MA; vídeo
Motorista para o ônibus e ajuda mulher cega a encontrar parente na rua; gentileza
Alunos idosos do EJA tiram a primeira foto escolar da vida e as carinhas dizem tudo
Vozinha, goleiro de 40 anos de Cabo Verde, bate 12 milhões de seguidores: Copa do Mundo
Empresa troca cortadores de grama por ovelhas e conquista clientes; em paz e sustentável
Coletores salvam cachorrinho que estava no lixo, segundos antes da compactação: ele foi adotado
Planta rara volta à natureza depois de ficar à beira da extinção e anima ambientalistas