Mães podem retomar a carreira: chegou o “LinkedIn” para elas

Mãe gosta de filho, mas também gosta de crescer na carreira profissional que escolheu – e muitas vezes abandonou para acompanhar a cria. E a boa notícia vem no dia das mães.
Duas empreendedoras criaram um site que funciona como uma rede social corporativa — similar ao LinkedIn — exclusivo para mulheres que querem retomar a carreira.
É o Après, um serviço pensado pela advogada Jennifer Gefski, em parceria com a nutricionista e pesquisadora da Universidade de Nova York, Niccole Kroll.
Jennifer contou à revista Fast Company que a iniciativa surgiu no ano passado por causa da dificuldade que ela própria teve para retornar ao mercado de trabalho.
Após o nascimento do seu segundo filho, a advogada deixou seu emprego para se dedicar às crianças.
Oito anos depois, quando quis voltar a trabalhar, Jennifer conta que “mesmo eu sendo uma advogada altamente capaz e com doze anos de experiência, aos olhos de muitas empresas americanas, eu era perfeita apenas para um cargo inicial”, diz.
Desperdício
Segundo as empreendedoras, existem hoje nos Estados Unidos mais de três milhões de mulheres altamente qualificadas e com experiência de trabalho que buscam retornar ao mercado.
A revista Fast Company ainda afirma que 75% das mulheres americanas que pausaram suas carreiras, em 2010, fizeram isso para cuidar dos filhos.
O site
O Après foi lançado oficialmente no dia 4 de maio e, assim como o LinkedIn, é gratuito.
O serviço já conta com milhares de mulheres cadastradas, segundo Jennifer, e a maior parte delas tem 35 anos.
Além da oferta de vagas, as mulheres que utilizarem o Après também terão acesso a publicações sobre empreendedorismo e consultoria de carreira com especialistas.
Profissionais interessadas em conseguir emprego mais rapidamente podem assinar a versão paga do programa para terem destaque quando se candidatarem a uma vaga.
Os preços são de US$ 250 dólares por ano ou US$ 25 mensais, cerca de R$ 90.
Qualquer empresa pode cadastrar suas vagas de emprego no site e a startup apenas cobra uma taxa anual, que varia de acordo com o tamanho do negócio.
As empreendedoras afirmam que as empresas, além de contribuírem com a diversidade de gênero no meio corporativo, ainda terão a vantagem de contar com uma profissional eficiente e feliz por voltar a trabalhar.
Com informações da PEGN

Empresa do cantor Jão lança cursinho gratuito para pessoas trans
Rapaz de 22 anos faz crochê inspirado na avó e ganha dinheiro pela internet
Dólar derrete e fecha no menor valor em 2 anos; hora de comprar?
Cientistas brasileiros criam colágeno igual ao extraído de jumentos para salvar animais da extinção
Implosão em Brasília deu certo: prédio do Torre Palace caiu em 5 segundos
Implosão de prédio histórico de Brasília será transmitida ao vivo neste domingo
Novo trailer do filme de Michael Jackson bate 1 milhão de visualizações em horas; vídeo
Família adota cão enorme, quase do tamanho de um urso polar
Acupuntura: veterinários aliviam dores crônicas de elefantes resgatados de maus-tratos
Carnaval 2026: Google mostra as cidades mais procuradas por turistas neste ano
Burger King contrata atriz Tânia Maria, de O Agente Secreto, para nova promoção da marca; vídeo
Famílias separadas há décadas se reencontram após ação da polícia do Rio