Estudante cata e vende lixo para pagar a faculdade: garra!

Nada de trancar, ou largar o sonho de concluir a faculdade por falta de dinheiro.
Um estudante do Piauí passa o dia puxando carrinho pelas ruas de Teresina para catar lixo e com esse dinheiro sustentar a família e pagar os estudos. Claro que isso não é boa notícia, mas a garra dele deve servir de inspiração.
João Francisco Oliveira Nery, 35 anos, cata garrafas pet, copos descartáveis e latinhas de cerveja para gerar renda e ajudar a esposa no sustento da casa e do filho de um ano e seis meses.
Conhecido como “João do Lixo”, ele desistiu dos quatro anos do curso de fisioterapia para encontrar na lixeira o dinheiro que precisava para sustentar a família e pagar outra faculdade.
“Eu encontro o meu sustento naquilo que as pessoas jogam fora. É como se as pessoas jogassem dinheiro no lixo. Porque o lixo dos outros é o dinheiro que me sustenta”, disse ao G1.
João apura R$ 1,50 para cada quilo de latinha, e R$ 0,40 para cada quilo de plástico. Parte do material recolhido é vendido para a Prefeitura de Teresina e o outro levado para Fortaleza, onde é reciclado.
Além do trabalho nas ruas, João também é contratado para manter limpo o ambiente de festas e grandes eventos.
“Eu espalho lixeiras nos locais de festa para que pessoas joguem o material dentro do lixo. Mas infelizmente as pessoas ainda não têm a consciência de jogar lixo no lixo. Por isso, recolho também o material do chão”, contou.
Faculdade
Hoje com o que ganha do recolhimento e venda dos materiais, João paga o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária em uma faculdade particular de Teresina.
O catador não precisaria trabalhar nas ruas e focar apenas nos estudos, se quisesse, já que poderia contar com a ajuda da esposa, caixa de uma agência bancária, e do pai que é agente da Polícia Civil do Piauí.
Mas João não mostra ter vergonha do que faz, ele se orgulha. O catador diz não fazer por obrigação, por prazer e pela consciência humana de ajudar o meio ambiente.
“Existe toda uma questão financeira para o que eu faço, porque preciso também ajudar em casa e sustentar a minha família. Só que também tem toda uma questão ambiental. Quando morei na Amazônia e no Acre conheci pessoas que trabalhavam com a parte ambiental, e decidi trabalhar na área pelo simples prazer de proteger o meio ambiente”, disse.
Com informações do G1

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