Mais da metade dos aprovados na Unicamp veio de escola pública

Inclusão social na universidade!
Um balanço divulgado esta semana pela Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) mostra que 52% dos aprovados na primeira chamada do vestibular 2017 estudaram em escolas públicas.
1.720, do total de alunos que passaram, fizeram o ensino médio na rede pública.
Com o resultado, a Unicamp ultrapassou a meta aprovada em 2013 pelo Conselho Universitário (Consu) para inclusão social em seus cursos de graduação.
A meta estabelecida era que a Unicamp atingisse 50% de alunos vindos da rede pública em 2017.
Dos aprovados vindos da rede pública, 32,9% (571 estudantes) são autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.
A meta aprovada pelo Consu era de 35%.
A quantidade de alunos aprovados que se autodeclararam pretos, pardos e indígenas ficou estável: 22,7% (751 estudantes) este ano contra 22,4% em 2016.
Os números divulgados são resultado das mudanças promovidas no Programa de Ação Afirmativa para Inclusão Social (PAAIS) aplicadas pela primeira vez no vestibular do ano passado.
Matrículas
Os aprovados na primeira chamada do vestibular da Unicamp devem fazer a matrícula não presencial entre os dias 14 e 15 de fevereiro.
Este ano, a Comvest registrou 73.489 inscritos no Vestibular Unicamp 2017.
Com informações de OGlobo

Criança interrompe missa com gatinho e pede para o padre abençoar o felino; vídeo
Autista, filha de doméstica e pai analfabeto, é aprovada em Medicina: “quebra de ciclo histórico”
Desconhecidos recolhem refrigerantes derramados na pista, devolvem ao motorista e vídeo bate 7 milhões
Idosa impedida de estudar pelo marido entra na universidade aos 65 anos: “uma alegria”
João Gomes faz homenagem à doutora Tatiana da polilaminina em show no Rio; vídeo
Príncipe William mandou R$ 7 milhões para reflorestar a floresta Amazônica
Bombeira se aposenta, ganha homenagem e se emociona: “hora de cuidar de mim”; vídeo
Começa Feirão Limpa Nome; veja onde negociar dívidas com 99% de desconto
20 anos sem Gisberta, a brasileira que virou música e obrigou Portugal a combater a transfobia