Cachorra guia bombeiros e encontra professor desaparecido

Uma cachorra farejadora salvou a vida de um professor que estava desaparecido na mata desde sábado, dia 8.
O professor mineiro Antônio Teodoro Dutra Júnior foi fazer uma trilha no Parque Nacional do Caparaó, em Ibitirama, no Espírito Santo e se perdeu.
Foi a cachorra Beck que guiou a equipe de bombeiros até o local e indicou onde o homem estava.
“O guia da cadela, cabo Breno, estava de férias. Sabendo da ocorrência, se apresentou à Corporação, se colocou à disposição e teve papel fundamental. Foi a cadela que ele guiava que indicou a localização da vítima”, disse.
O coronel ainda contou que o momento do resgate foi de grande comoção, tanto das equipes, como do professor.
O resgate
O professor foi resgatado lúcido e bem, por volta das 12h40 desta quinta-feira (13).
Rosca, como é conhecido, fazia uma trilha até o Pico da Bandeira, em Dores do Rio Preto, mas, por motivos ainda desconhecidos, se perdeu.
Segundo o coronel Cardoso, do Corpo de Bombeiros, cerca de 40 homens participaram das buscas, entre bombeiros do Espírito Santo e Minas Gerais, brigadistas e voluntários.
“Houve registro de temperatura abaixo de zero em algumas noites lá. A área é muito grande, navegar naquele ambiente é difícil, porque a vegetação é muito densa, fechada”, completou.
Ele contou que as condições físicas de Antônio contribuíram para que ele fosse encontrado em bom estado de saúde.
“Contou muito a favor de toda a ocorrência o fato de ser um homem de porte, jovem. Não era a primeira vez que ele subia no parque, tinha condição física boa, tinha levado suprimento. Há relatos de que ele consumiu a última barrinha de chocolate ainda ontem. Tudo isso contribuiu para que fosse achado com vida”, disse.
O desaparecimento
O professor estava na companhia de um amigo do grupo, que conseguiu sair do parque no domingo e avisou, na portaria, que Antônio continuava perdido.
Os amigos disseram que ele é experiente e já tinha feito o trajeto outras vezes.
O comerciante de Guarapari Breno Alisson de Souza, que já fez esta trilha com o professor, acredita que ele tenha se perdido por causa da forte neblina que pairou na região neste fim de semana.
“Foram condições adversas. Muito frio. Pelo Espírito Santo, (o trajeto) é muito traiçoeiro”, disse.
Com informações da GazetaOnline

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