Hormônio da longevidade pode tratar Alzheimer e Parkinson

Um hormônio ligado à longevidade tem se mostrado um promissor no tratamento contra Parkison e Alzheimer e pode aliviar os sintomas das doenças em apenas 48 horas.
Uma única injeção de um fragmento do hormônio klotho, seria capaz de melhorar a cognição de pessoas com doenças neurodegenerativas.
É o que revela um estudo realizado com ratos na Universidade da Califórnia, em San Francisco, e publicado na revista Cell Reports nesta terça-feira, 9.
Os cientistas descobriram que a proteína klotho melhorou o desempenho cognitivo e físico em ratos velhos ou debilitados.
Os ratos que estão envelhecendo apresentaram melhoras em apenas dois dias após uma única injeção do tratamento.
E vários dias do tratamento aliviaram a deficiência em camundongos com sinais de doenças neurodegenerativas.
“Com o nosso novo envelhecimento demográfico, a disfunção cognitiva e a falta de mobilidade estão agora emergindo como nossos maiores desafios biomédicos, e não há terapias médicas verdadeiramente efetivas para esses problemas debilitantes”, disse a autora principal, Dena Dubal.
“Nossas descobertas sugerem que o tratamento com um fragmento de klotho melhora a função cerebral durante toda a vida e pode representar uma nova estratégia terapêutica para aumentar a resiliência cerebral contra doenças neurodegenerativas, como o mal de Alzheimer e o Parkinson”, acrescentou.
Como
O corpo produz naturalmente este hormônio complexo, que está envolvido em múltiplos processos celulares e está ligado à longevidade em vermes, camundongos e humanos.
Nos organismos modelo, assim como nos humanos, os níveis de klotho diminuem com a idade, estresse crônico, envelhecimento cerebral e doenças neurodegenerativas.
Estudos anteriores descobriram que a exposição ao longo da vida a níveis elevados de klotho aumenta as funções mentais, mas não está claro se o tratamento a curto prazo usando o hormônio poderia melhorar rapidamente a cognição.
Neste estudo, ratos jovens tratados com o hormônio por quatro dias consecutivos apresentaram uma função cognitiva notoriamente melhorada, benefício que durou mais de duas semanas.
“Todo esse trabalho vai nos ensinar algo realmente importante sobre como o corpo transmite resiliência ao cérebro”, disse Dubal.
Os pesquisadores alertaram que mais estudos clínicos serão necessários para determinar a segurança e a eficácia da injeção de klotho em humanos.
Com informações do UOL

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