10 cidades que mais contratam freelancers no Brasil

1489
Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Já que arrumar emprego no Brasil anda difícil, a saída para pagar as contas enquanto a crise não passa tem sido trabalhar como freelancer, ou fazer um freela como se diz. Essa atividade chamada de freelancing cresceu 181% na América Latina em 2016.

Um levantamento mostra quais são as cidades e as áreas que mais contratam freelancers no Brasil.

O Relatório de Trabalho Independente e Empreendimento realizado pela Workana – plataforma de trabalho freelance – mostra que São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília encabeçam a lista das 10 mais. (Veja o ranking abaixo)

Só em Brasília, a quarta no levantamento, há atualmente 5.462 freelancers ativos na plataforma.

“Os profissionais vêm encontrando no trabalho freelance uma oportunidade de ampliar sua atuação profissional, além de obter uma renda extra”, disse Guillermo Bracciaforte, cofundador da plataforma.

Veja as 10 cidades que mais contratam freelancers pela Workana:

  1. São Paulo: 39%

  2. Rio de Janeiro: 15%

  3. Belo Horizonte: 10%

  4. Brasília: 7%

  5. Curitiba: 7%

  6. Porto Alegre: 5%

  7. Goiânia: 4%

  8. Campinas: 4%

  9. Salvador: 3%

  10. Florianópolis: 3%

Entre as áreas de atuação, as que mais realizam projetos são design e multimídia, TI e programação, além de tradução e conteúdos.

Já nas áreas contratantes, o e-commerce vem ganhando destaque e, em 2017, já cresceu 3 vezes comparando com o ano passado.

Veja o ranking das áreas mais buscadas pelas empresas de Brasília:

  1. Design & Multimídia: 36,95%

  2. TI e Programação: 31,71%

  3. Tradução e conteúdos: 18,58%

  4. Marketing e Venda: 9,40%

  5. Engenharia e manufatura: 1,11%

  6. Legal: 1,11%

  7. Finanças e Administração: 0,55%

  8. Suporte Administrativo: 0,55%

“A contratação freelance atua como mais uma ferramenta para os micro e pequenos empreendedores que buscam crescer e se tornar mais competitivos, pois alia excelentes profissionais de diversas áreas ao mesmo tempo que otimiza os custos”, analisa Guillermo.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa – com informações da Workana