Chuva de estrelas cadentes! Quase 20 por hora nesta madrugada

O melhor dia para ver a primeira chuva de estrelas cadentes de grande intensidade do ano no Brasil é nesta 2ª feira, 23.
As chamadas Lyrideas, as “estrelas de abril” terão de 10 a 20 meteoros por hora, no momento de pico.
O fenômeno poderá ser visto a olho nu na maior parte do país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, onde o céu estiver limpo, sem nuvens.
O melhor horário pra ver será de madrugada, pouco antes do amanhecer, no horizonte norte, perto da estrela brilhante Vega.
“As melhores regiões para observar o máximo da chuva serão Norte e Nordeste, após a meia-noite até antes do amanhecer do dia 23”, explicou o astrônomo Marcelo de Cicco, doutorando no Observatório Nacional e coordenador do projeto Exoss.
Ele recebeu este nome (Lyrideas) porque a região do céu na qual a chuva parece chegar à Terra fica na constelação Lyra.
A chuva de estrelas cadentes deverá aparecer no céu até quarta, dia 25 de abril.
Meteoros
Os meteoros são pequenos corpos celestes que, ao entrarem na atmosfera da Terra, entram em combustão parcial ou totalmente em razão do atrito com a atmosfera e o contato com o oxigênio. O fenômeno deixa um risco luminoso no céu, popularmente conhecido como “estrela cadente”.
“As chuvas de meteoros acontecem quando um grande número destes corpos entra na atmosfera ao mesmo tempo, causando uma sequência de estrelas cadentes que podem ser visualizadas a olho nu e que podem durar vários dias”, explica Fernando Roig.
De acordo com ele, o fenômeno acontece quando a Terra atravessa a órbita de algum cometa, cheia de seus próprios fragmentos. São esses estilhaços que se transformam em meteoro.
“Cada chuva ocorre com periodicidade anual, e existem diversas chuvas ao longo do ano vinculadas às órbitas de diferentes cometas conhecidos.”
Não há risco
Essas chuvas não representam riscos para a Terra e acontecem em praticamente todos os meses, algumas com mais intensidade e ampla visibilidade, como as Lyrideas.
“Não existe risco porque a maioria dos fragmentos é muito pequena e se esfarela na atmosfera antes de atingir o solo. Excepcionalmente, pode ser que algum fragmento caia no solo, mas trata-se de corpos muito pequenos cuja probabilidade de oferecer risco às pessoas é praticamente nula”, garante o pesquisador Fernando Roig, do ON (Observatório Nacional).

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