Expectativa de vida do brasileiro aumenta novamente

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Foto: Pixabay
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Aumentou a expectativa de vida ao nascer do brasileiro. A expectativa, que era de 76 anos m 2018, subiu para 76,3 anos, de acordo com IBGE,  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Isso significa que o brasileiro está vivendo, em média, 3 meses e 4 dias a mais do que na projeção feita em 2017. Isso corresponde a uma alta de 0,4%.

Para os homens a expectativa de vida subiu de 72,5 anos em 2017 para 72,8 anos em 2018. Já para as mulheres aumentou de 79,6 para 79,9 anos.

A mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade teve queda de 14,9 por mil em 2017, para 14,4 por mil em 2018.

 

Estados

O Estado onde se vive mais no Brasil é Santa Catarina, com a maior expectativa de vida (79,7 anos) e o Maranhão tem a menor (71,1 anos).

Em relação a pessoas já idosas, com 65 anos em 2018, a expectativa de vida dos habitantes do Espírito Santo era a maior. É esperado que cheguem aos 85,4 anos (20,4 anos a mais), bem acima de Rondônia, onde a expectativa de vida é de mais 16,1 anos.

Separando por sexo, a população capixaba também viveria mais: 18,4 anos para os homens e 22,2 anos para as mulheres.

Nas menores expectativas, estão os homens idosos do Piauí, que viveriam 14,7 anos a mais, e as mulheres de Rondônia, com mais 17,3 anos.

Motivos

A expectativa de vida da população vem crescendo desde 1940, quando a média ao nascer chegava a apenas 45,5 anos.

Fazendo a comparação, o brasileiro hoje vive, em média, 30,8 anos a mais do que no meio do século passado.

Os motivos vão desde o desenvolvimento da medicina até a melhoria no saneamento básico no país, que melhorou, mas ainda está longe do ideal, principalmente em regiões carentes.

“Esse aumento é justificado, principalmente da década de 1940 para cá, por uma série de fatores, com a queda da mortalidade, por uma série de fatores que chegaram no Brasil, principalmente o desenvolvimento da saúde, da medicina, a melhoria das condições de saneamento básico, de coleta de lixo”, apontou o demógrafo do IBGE Luciano Gonçalves.

Com informações do G1 e AgênciaBrasil

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