Tem princesa preta sim! Ana Luísa ganhou festa em Brasília

Lembra da Ana Luisa, a menina que foi vítima de racismo no primeiro dia do ano e remoeu a história durante 5 dias até desabafar com a mãe?
Ela ganhou uma festa com direito a roupa, tiara de princesa e um príncipe de verdade!
O evento para combater o racismo foi na última segunda, 20, em Brasília, promovido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.
“Foi incrível”, resumiu a mãe dela, a humorista Luciana Cristina Cardoso, de 42 anos, em entrevista ao SóNotíciaBoa.
A preparação
Ana chegou à Brasília acompanhada da família.
Primeiro ela se arrumou em um salão de beleza da capital.
Depois a menina foi conduzida à sede do ministério, onde conheceu o ministro da Cidadania, Osmar Terra e Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.
O evento contou com a apresentação do grupo “Ser Criança” e da contadora de histórias “Mary Xicosa”.
História
A menina de 9 anos brincava de castelo e princesa com uma amiguinha quando ouviu de uma mulher que “não existe princesa preta”.
O caso aconteceu no Parque Ipiranga, em Anápolis , Goías, no dia 1º de janeiro,
Luciana Cristina contou que, apesar de ter perdoado a mulher que disse essa barbaridade, até hoje a filha está traumatizada.
“Ela ainda não quer ir para a escola”, revelou ao SNB.
A mulher ainda não foi localizada.
Racismo não!
A ministra Damares criticou o racismo.
“Racismo, para mim, é doença! Tem que ser tratado e tem que ir para a cadeia. Racismo é passível de pena de prisão, reclusão, e não vamos deixar isso continuar acontecendo no Brasil”, disse a ministra Damares Alves.
“Ninguém mais nesta nação vai discriminar uma criança negra, indígena, oriental, branca, cigana, muçulmana, nordestina, nenhuma. Chega! É hora de dizer basta, mas não vamos dizer esse basta brigando, gritando, vamos dizer com amor”, completou.
A titular da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR), Sandra Terena, lembrou que “histórias são referências norteadoras para crianças, uma vez que a construção de sua identidade ainda está em formação”.
“O trabalho da SNPIR é fazer com que crianças negras, quilombolas, indígenas, ciganas, ribeirinhas, e de tantas outras comunidades tradicionais que habitam nos lugares mais distantes do nosso país, tenham reveladas suas verdadeiras identidades e sejam valorizadas”.
Veja a entrevista que fizemos com Ana Luisa e mãe logo depois da cena de racismo:
Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNoticiaBoa – com informações do R7
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