Lar de idosos no Brasil faz túnel do abraço pra amenizar isolamento

Um lar de idosos de Gravataí, no Rio Grande do Sul, criou o túnel do abraço, para que os idosos se conectem com os parentes e ainda se mantenham protegidos da contaminação por coronavírus.
A equipe do Residencial Geriátrico Três Figueiras criou o espaço depois de perceber que os 28 idosos, isolados desde os dia 17 março, andavam tristes. Até o dia das Mães passou sem visitantes.
“Percebemos que nossos residentes mais velhos estavam se sentindo tristes”, disse Rubia Santos, administradora da clínica.
“Pensamos que eles ficariam mais felizes se encontrássemos uma maneira de abraçar seus parentes”.
Túnel flexível
O túnel do abraço é feito com uma grossa cobertura plástica e tem orifícios para que os visitantes e moradores possam envolver e abraçar quem está do outro lado.
O plástico possui orifícios para os braços em três alturas diferentes para acomodar crianças e cadeiras de rodas.
Para mantê-lo mais seguro para os moradores, a equipe da Três Figueiras faz a desinfecção do plástico entre as visitas, que são marcadas com antecedência.
Antes de entrar, os visitantes medem as temperaturas e utilizam desinfetante para as mãos.
A ideia foi inspirada em outras iniciativas semelhantes que viralizaram pelo mundo.
Veja como funciona:
Com informações do GNN

Camila Queiroz doa leite materno 1 mês após o parto e incentiva mães a salvarem bebês prematuros
Começa Restaurant Week edição Copa do Mundo; menu completo a partir de R$ 59,90
Noivos vistam de surpresa avô que foi hospitalizado e não pôde ir ao casamento; vídeo
Empresário contrata o jovem que devolveu Pix de R$ 200 mil enviado por engano em Goiânia
Sai concurso para delegado da PCDF; salário R$ 26,6 mil
Cachorrinho resgatado salva peixe preso e leva para correnteza de rio; vídeo
Viola Davis apoia Michelle Obama nas redes, contra racismo de Trump, e vídeo bate 22 milhões
Quem é a aluna sem internet aprovada na universidade, que foi avisada pela diretora; vídeo
A história incrível do filho de pedreiro aprovado em 1º lugar em Medicina na USP; sem computador