Brasileira está entre os 35 jovens mais inovadores da América Latina

A brasileira Amanda Pinto foi reconhecida como inventora do ano e entrou para a lista dos 35 principais inovadores da América Latina, com menos de 35 anos.
O prêmio anual é concedido pela revista MIT Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
E essa brasileira de 29 anos, extremamente preocupada com a saúde das pessoas, recebeu o prêmio por seu pioneirismo ao criar a tecnologia do primeiro alimento foodtech do país, o único substituto de ovos do Brasil, à base de plantas.
Mas o que é “foodtech”? Bem…o termo basicamente diz respeito à aplicação da tecnologia ao se trabalhar com comida. Uma empresa de foodtech procura trazer soluções para o setor de alimentação a partir de inovação e disruptividade, que por sua vez significa a quebra do curso normal de um processo.
“Há mais de três anos venho me dedicando a melhorar a forma como produzimos alimentos, de forma inovadora e sustentável, com o intuito de endereçar um dos maiores problemas globais. Mesmo sabendo que estou apenas no início desta jornada, um reconhecimento como este só mostra que estou no caminho certo e me enche ainda mais de disposição para continuar esse trabalho”, disse Amanda.
A empresária founder e head do business do N.Ovo, spin-off foodtech do Grupo Mantiqueira, é focada em alimentos plant-based, uma forma de se alimentar que traz em todas as suas vertentes a preferência por alimentos e produtos in natura ou minimamente processados (sem refinamento ou aditivos).
Ela conta que foram mais de três anos de trabalho, viagens e pesquisas até chegar às fórmulas ideais de substitutos de ovos para receitas, ovos mexidos e maioneses, que fazem parte do portfólio do N.Ovo.
Depois de uma pós em marketing pela Universidade de Berkeley, a empresária atuou como head de inovação e marketing do Grupo Mantiqueira.
Antes de assumir o N.Ovo, Amanda também foi gestora de novos projetos, responsável pelo rebranding da marca e criação de portfólio.
Ela também idealizou a primeira granja do grupo com produção de ovos de galinhas livres de gaiolas e os “ovos solidários”, produto social com parte da renda revertida a instituições.
Com informações do Globo Rural

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