Sem distinção! Volvo dá licença parental igualitária para funcionários

Sem distinção de gênero e de como a criança foi gerada. Essas são as novas regras para um funcionário usufruir da licença parental na Volvo Brasil.
A empresa diz que essa ação é a mais inclusiva e favorável em todo o mundo no que diz respeito às licenças maternidade e paternidade, por incluir pais adotivos e filhos nascidos em casais do mesmo sexo.
O benefício é remunerado e tem duração de 24 semanas (6 meses), tanto para pais como mães. A ideia de implementar a nova licença para o Brasil veio da Suécia e pode inspirar outras empresas – tomara!
“Estamos muito felizes em conseguirmos implementar essa nova licença aqui no Brasil. Sabemos que isso não é comum em nosso país e podemos até ser exemplo para outras empresas, indo além do que a legislação exige. E, de alguma forma, contribuir ativamente para o início de vida das crianças, que terão os pais por perto”, disse Luis Rezende, presidente da Volvo Car Brasil e head Latin America hub.
Licença igualitária
Para garantir uma ligação emocional e o cuidado com o recém-nascido, normalmente são contados 5 dias para os pais e 120 dias (4 meses) para a mãe.
Fazendo diferente, a empresa resolveu aumentar o prazo para favorecer ainda mais as relações familiares.
Luis Rezende também lembrou que a empresa já oferecia um tipo de licença estendida. Os dias extras vieram para beneficiar ainda mais os pais.
“Vale lembrar que, aqui no Brasil, a Volvo, por ser uma empresa do Programa Empresa Cidadã, tinha, até o momento, 20 dias de licença paternidade e 24 semanas de licença maternidade. São 160 dias a mais para deixarmos os pais mais perto de seus filhos”, explica Eliane Trinca, diretora de people experience e responsabilidade social Volvo Car Latam hub.
Igualdade de gênero
El acredita que a licença igualitária é um passo importante para criar uma cultura que apoie a igualdade de gênero na criação dos filhos.
“Quando os pais são apoiados para equilibrar as demandas do trabalho e da família, isso ajuda a fechar a lacuna de gênero e permite que todos se destaquem em suas carreiras”, explica.
Uma decisão necessária e um exemplo que torcemos para ser seguido a partir de agora!
Por Monique de Carvalho, da redação do Só Notícia Boa – Com informações de Auto Indústria.

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