Novo ranking traz USP entre as melhores universidades do mundo

Vista aérea da USP - Foto: George Campos/USP Imagens
Vista aérea da USP - Foto: George Campos/USP Imagens

A USP, Universidade de São Paulo novamente se destacada entre as melhores universidades do mundo. É o que mostra edição deste ano do ranking do Center for World University Rankings (CWUR), consultoria dos Emirados Árabes, que avaliou 19.788 instituições.

A USP foi classificada na 105ª posição, duas a menos do que o ano passado, mas continua sendo a instituição mais bem classificada da Ibero-América.

As cinco primeiras posições são ocupadas pela Universidade de Harvard (1º lugar), Instituto de Tecnologia de Massachusetts (2º), Universidade de Stanford (3º), Universidade de Cambridge (4º) e Universidade de Oxford (5º).

Melhores brasileiras no ranking

Entre as brasileiras, depois da USP, as melhores colocadas são a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na 347ª posição, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na 360ª, e a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em 421º lugar.

“Estarmos entre o seleto grupo das 0,6% melhores universidades do mundo representa o reconhecimento de nossos esforços institucionais e nos possibilita importante visibilidade social e entre nossos pares nacionais e internacionais, estimulando o intercâmbio acadêmico em todos os níveis”, disse o reitor da USP, Vahan Agopyan.

Desde 2012, o ranking avalia as instituições do mundo considerando quatro indicadores: a qualidade da educação, medida pelo número de ex-alunos que ganharam grandes distinções acadêmicas em relação ao tamanho da universidade (25%); empregabilidade de ex-alunos (25%); qualidade do corpo docente (10%) e o desempenho da pesquisa desenvolvida (40%).

Nesses quesitos, a USP obteve a melhor pontuação nos itens referentes ao desempenho na pesquisa, ficando na 85ª classificação, seguido pelo prestígio do corpo docente, em que a Universidade ficou na 131ª posição.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do Só Notícia Boa – com informações do Jornal da USP