Israel suspende maioria das medidas sanitárias contra covid-19

Israel suspendeu a maioria das medidas sanitárias impostas desde o ano passado para conter a pandemia da Covid-19 e começou uma nova fase nesta terça, 1º de junho.
Os casos caíram tanto depois da vacinação em massa, que já não é mais necessário mostrar certificado de vacinação para entrar em espaços como restaurantes, ginásios, ou salas de espetáculos.
Acabou também o limite de número de pessoas para entrar em lojas e eventos, tanto nos espaços interiores como exteriores.
Agora crianças também podem ir a restaurantes e espetáculos
A maior parte das empresas e escolas já tinha voltado ao normal, disse o jornal Times of Israel.
Máscaras continuam obrigatórias
Duas questões foram mantidas. Continua a obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços interiores, mas o ministro da Saúde diz que nas próximas duas semanas será discutido o fim da medida.
Sobre visitantes de fora, o período de quarentena de 14 dias continua obrigatória e só termina após um teste sorológico que comprove a vacinação ou imunidade suficiente.
As fronteiras de Israel continuam fechadas.
Vacinação em massa
Dos 9,3 milhões de habitantes de Israel, mais de cinco milhões (55% da população) já receberam as duas doses da vacina.
Mais de 90% das pessoas com mais de 50 anos foram vacinadas (ou recuperaram da doença), e a percentagem dos maiores de 20 que levaram já as duas doses da vacina é de mais de 70%, diz ainda o Times of Israel.
O país prepara-se para aprovar a vacinação de adolescentes a partir dos 12 anos.
Israel iniciou uma grande campanha de vacinação em dezembro graças a um acordo com o grupo farmacêutico Pfizer, que entregou milhões de doses ao país em troca de dados sobre os efeitos da imunização a partir das bases de dados do sistema de saúde israelense.
Queda no número de casos
Nesta terça-feira, Israel anunciou quatro casos de covid-19 em 24 horas, contra mais de 10.000 no pior momento da epidemia.
No total, Israel registou 839.483 casos e 6412 mortes de covid-19.
Lockdown
Desde o início da pandemia, Israel teve três períodos de confinamento, e quando eles acabavam, o número de infecções voltava a subir rapidamente.
Mas agora, após o programa de vacinação, os casos se mantêm em queda.
Críticas
Israel tem sido criticado por vacinar os seus cidadãos, incluindo habitantes dos colonatos na Cisjordânia, território ocupado, mas não os palestinianos que vivem também no território.
As autoridades israelitas argumentam que não têm obrigação, porque os palestinos têm a sua própria autoridade de saúde.
Com informações do R7 e PúblicoPT

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