Aposentado aprende a tocar violino aos 85 anos. ‘Sonho antigo’

O aposentado Nelson dos Santos mostrou que podemos realizar os nossos sonhos, mesmo que pareça tarde demais. Aos 85 anos, ele resolveu aprender a tocar violino e agora está todo orgulhoso da conquista.
A ideia de estudar música clássica veio durante a pandemia. Com o isolamento social, Nelson buscou uma atividade para passar o tempo e logo lembrou do sonho que adiou durante anos.
“Eu tenho diversas coleções de disco de música clássica, trabalhei durante anos na reserva, então um dia, quando eu estava aqui em casa, isolado por conta da pandemia, parei e pensei ‘Estou aqui sem fazer nada, na pandemia, por que não realizar esse sonho antigo?”, relembrou.
Paixão por música clássica
A paixão por música começou quando Nelson tinha apenas oito anos. Só que ele não tinha condições financeiras na época e, por isso, nunca aprendeu a tocar um instrumento.
Ele conta que quando era criança, o pai o levou ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro e ele ficou impressionado com as apresentações. Desde então, ele também coleciona vinis de compositores da música clássica.
Realização
Por conta da carreira de militar, Nelson nunca conseguia tempo para as aulas. Já aposentado, ele disse que não tinha mais motivos de adiar o aprendizado.
Com o violino em mãos, ele conheceu Giovanny Conte, violinista da Amazonas Filarmônica, que topou na hora ensinar música para o aposentado.
Hoje o professor comemora o avanço do aluno. “Ele tem experiência de vida, toda vontade, seriedade com instrumento, carinho e amor, que são as ferramentas que utilizamos em nossas aulas. Em pouco mais de seis meses, um adulto, com a musculatura completamente madura, está começando a dominar o instrumento”, disse.
Recital
Sobre a família, Nelson conta que eles ficaram surpresos ao saber da novidade. Ele também disse que está preparando um recital, para apresentar no fim do ano aos familiares.
Mesmo com tudo novo na rotina, Nelson reforça o sentimento que pertence aos músicos de todas as idades.
“O sentimento de todo músico extrapola tudo aquilo que você pensa, uma vez que você está com instrumento, você se adapta muito mais a ele. Ouvindo os grandes mestres, embora por meio de gravações, você se sente um pouquinho mais próximo, na música e aí a coisa vai”, concluiu.
Com informações de Manauense

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