Medicamentos para diabetes reduzem em 22% risco de demência, descobrem cientistas

Um estudo divulgado pela revista científica BMJ Open Diabetes Research & Care, mostra que uma classe antiga de medicamentos contra diabetes tipo 2 é capaz de reduzir em 22% o risco de demência em pacientes.
Os medicamentos são glitazonas ou TZDs (tiazolidinedionas). Pessoas com 60 anos ou mais que recebem monoterapia com tiazolidinediona (TZD) para diabetes tipo 2 tiveram risco menor de demência do que aquelas que tomam monoterapia com metformina, sugere o estudo observacional.
Por outro lado, a monoterapia com uma sulfonilureia foi associada a um risco significativamente aumentado de demência, relatam Jin Zhou (Universidade da Califórnia, Los Angeles, EUA) e co-pesquisadores.
“Essas descobertas podem ajudar a informar a seleção de medicamentos para pacientes mais velhos com diabetes tipo 2 e alto risco de demência”, disseram os pesquisadores, em comunicado.
O resultado do estudo
O estudo comparou esses medicamentos com outro antidiabético, o metformina.
Os cientistas trabalharam com pacientes de 60 anos, diagnosticados com diabetes tipo 2 e que foram tratados com TZD, mais voluntários que receberam apenas metformina.
Em comparação com outro antidiabético, o medicamento diminuiu a chance de desenvolvimento de Alzheimer e demência vascular.
Após um ano de tratamento apenas com o TZD, os pacientes tiveram um risco 22% menor de ter demência por qualquer causa, quando comparados com aqueles que usaram apenas metformina.
Conclusão
Apesar do resultado, a pesquisa é considerada observacional — sem conclusões definitivas sobre causa e efeito.
Os cientistas não tinham algumas informações, como a função renal e os fatores genéticos de cada paciente, e os participantes eram, em sua maioria, homens brancos.
No entanto, as conclusões incentivam mais estudos sobre o assunto e a criação de formas de redirecionar o medicamento contra o diabetes tipo 2 para a prevenção de demência priorizando os TZDs.
E que continuem esses estudos para que se encontre logo uma saída para o Alzheimer e outros tipos de demência!
Com informações do MedWireNews

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