Mulher começa a empreender após demissão e fatura 30 mil com bolsas recicladas

É sobre dar a volta por cima! Depois de ser demitida de uma empresa de varejo em Campo Grande, no Rio de Janeiro, Sandra Portella, de 54 anos, resolveu ser empreendedora e apostar em um diferencial no estilo. A decisão deu tão certo que hoje em dia, ela fatura mais de 30 mil por mês.
A história de inteligência e superação é marcada pela vida da artesã que começou a vender as peças em crochê, que produzia, sem muita pretensão, e de repente foi surpreendida!
Marcada por problemas pessoais, Sandra teve uma boa ideia. “Comecei a fazer bicos de pano de prato e enxovais para casa. Vi que o artesanato dava dinheiro e permitia me sustentar”, contou como tudo começou.
Superação
Após a demissão, Sandra viveu uma tragédia pessoal: a mãe que era muito ligada morreu, deixando-a ainda mais desolada.
Era a mãe que ajudava nos cuidados com o filho, Leo, que tem um tipo de deficiência cognitiva e necessidades especiais, exigindo atenção redobrada.
No entanto, Sandra não deixou a tristeza tomar conta e deu a volta por cima. Apostando em um diferencial na produção de bolsas de crochê, a ela começou a empreender mesmo depois da demissão.
Upcycling
O diferencial na produção de bolsas da artesã é que as bolsas são feitas com material reciclado, por meio de seu projeto de “upcycling”.
Com alças especiais de crochê, as bolsas são todas feitas como parte de um processo de reciclagem que ela compra de fornecedores que descartariam materiais ainda utilizáveis.
Atualmente, a marca Sandra Portella leva o nome da dona como um lembrete para ela sempre lembrar que conquistou tudo sozinha.
“As pessoas não acreditavam que era eu que fazia as bolsas, porque meu nome não aparecia. Por isso, o nome da minha marca é Sandra Portella. É uma autoafirmação”, conta.
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Negócios bombando!
Com o faturamento de aproximadamente 30 mil reais mensais, a marca de Sandra foca no ramo das bolsas. Porém, este nem sempre foi o foco, porque a artesã também produzia enxoval até 2018.
Com uma ideia inovadora, a empreendedora começou a desenvolver bolsas que misturavam tecido e crochê.
“Vi a referência de bolsa origami na internet e quis montá-la com a alça de crochê”, afirma. As peças da artesã possuem um design que lembra a arte japonesa!
Com os tecidos doados pela empresa Farm, as bolsas dela começaram a bombar em 2021. No mesmo ano, Sandra resolveu se capacitar e participar de grupos de mulheres empreendedoras.
Hoje em dia, a equipe de Sandra Portella conta com 13 funcionárias, todas mulheres! Com novos clientes a cada dia, a história da artesã servirá de inspiração para outras.
“Minha meta é crescer e que as mulheres que trabalham comigo cresçam juntas”, comemora.
Com informações de Revista PEGN.

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