Café treina e contrata pessoas com Down e autismo para trabalhar lá

Inclusão em cada xícara! Esse café em Nova York, nos Estados Unidos, contrata pessoas com autismo, distúrbios cognitivos e síndrome de Down, que têm muitas vezes dificuldade para conseguir emprego.
O Café Joyeux é uma organização sem fins lucrativos com a missão de incentivar outras empresas a empregarem neurodivergentes e mudar essa realidade.
Os funcionários trabalham como baristas, caixas, na cozinha e no serviço de sala. Eles são treinados para ganhar confiança, adquirir experiência e se sentirem completamente integrados ao trabalho.
É difícil conseguir um emprego…
O café faz parte de uma rede francesa de restaurantes, que já é bem conhecida na Europa. Já são 20 unidades espalhadas pelo mundo.
Rachel Barcellona é uma das colaboradoras e disse que o café foi algo que mudou a vida dela.
Ela venceu o concurso Miss Flórida em 2023 e tem diploma universitário, mas ainda diz que “é muito difícil encontrar emprego”.
“Normalmente, as pessoas não nos contratam, não importa o quão qualificados ou superqualificados sejamos. Se você apenas disser ‘eu tenho autismo’ ou ‘eu tenho Síndrome de Down’, as pessoas não nos contratarão… somos apenas vistos como um fardo e isso não é justo.”
Leia mais notícia boa
- Jovens com Down vão sozinhos para Disney e têm surpresa linda no avião; assista
- Brasileiro é 1º jovem com Down no Conselho do Unicef
- 1º deputada com síndrome de Down assume na Espanha
“Queremos mostrar que somos incríveis”
Barcellona contou que já até foi contratada em outros lugares, mas não recebia salário ou recebia muito pouco.
“Ninguém nos paga porque acham que não valemos ou somos um fardo.”
Ela disse ter ficado em choque quando conseguiu o emprego no Joyeux e que seria paga.
“As pessoas que têm autismo são capazes de tudo”, disse Barcellona. “Queremos trabalhar. Queremos mostrar que somos incríveis”.
Habilidades desenvolvidas e incentivadas
Shray Campbell é a gerente geral do café e adora a equipe.
“Venho trabalhar tentando provar meu valor para eles, em vez deles, em vez de eles se provarem para mim”, disse Campbell.
“Para mim, é como se eu estivesse sempre tentando definir metas para eles. Tipo, ok, o que você quer aprender a seguir? O que você quer fazer a seguir? E depois desse trabalho, para onde você quer ir?”
Os colaboradores do Joyeux também recebem apoio de especialistas em inclusão e terapeutas ocupacionais.
Com informações de ABC News.

Campanha de fotos em caixa de leite ajuda a encontrar pessoas desaparecidas no Brasil
Foliões cantam Baby Shark para bebê em sacada durante bloquinho no RJ
Felca pede disque-denúcia para maus-tratos de animais após caso do cão Orelha
Carnaval do bem: bloCão transforma fantasia em ajuda para cães resgatados
Cachorrinho aparece do nada e leva polícia até menino desaparecido
Herói resgata grávida de carro que afundava e ela tem o bebê horas depois
Ilia Malinin, o “Deus dos saltos quádruplos” se levanta após queda e leva ouro na Olimpíada de Inverno
Lais Souza conhece a dra. Tatiana Sampaio, da polilaminina, após 12 anos tetraplégica
Irmãos gêmeos do Sul são aprovados juntos em Medicina
Brasileira é a primeira mulher a assumir orquestra na Alemanha em 130 anos de história