Mulheres suíças vencem processo inédito sobre crise climática; histórico!

O principal tribunal europeu de direitos humanos deu causa ganha para mulheres suíças que moviam um processo contra o governo do país sobre a crise climática. A decisão é histórica!
O grupo de mais de 2 mil idosas entrou na justiça com a tese de que os esforços do governo suiço foram ineficientes para protegê-las de ondas de calor frequentes e intensas.
Segundo o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (CEDH), a Suíça violou o direito humano ao respeito pela vida privada e familiar. A decisão obriga o governo a rever as políticas climáticas, bem como a redução de emissões de carbono a curto prazo.
Decisão histórica
A decisão é histórica e pode representar um efeito cascata na Europa e em todo o mundo.
“Esta não é apenas uma vitória para estes requintes inspiradores, mas uma enorme vitória para aqueles que, em todo o mundo, procuram usar o poder da lei para responsabilizar o seu governo pela inação climática”, disse Vesselina Newman, líder de direitos fundamentos do escritório de advocacia ambiental Client Earth.
Segundo a mulher, o resultado de um dos tribunais mais importantes do mundo é um aviso claro aos governantes.
“Os governos devem tomar medidas reais em relação às emissões para salvaguardar os direitos humanos dos seus cidadãos”.
Essa foi a primeira decisão do tribunal na Europa sobre litígios climáticos.
O processo
As idosas, vencedoras do processo, abriram litígio em meio a crise ambiental.
Segundo as mulheres, as ondas de calor impulsionadas pelas mudanças climáticas, prejudicaram a saúde e as colocaram sob um grande risco de morte.
No entendimento da corte, o governo suiço não empenhou os esforços necessários para contornar o problema.
Ao não cumprir as metas anteriores de redução de poluição, as autoridades colocaram a vida das mulheres em risco.
Revisão de metas
O veredito não cabe recurso e obriga a Suíça a cumprir uma série de ações.
Entre elas estão a revisão de metas de redução de emissões para 2023, com o objetivo de se alinhar às diretrizes do Acordo de Paris.
A presidente suíça, Viola Amherd, não se manifestou.
Leia mais notícia boa
- Arroz rosa com proteína animal, comida barata que reduz impacto ambiental
- Ambientalista resgata coruja e ela volta todos os dias para visitar
- Empreendedor de 11 anos vende ovos baratos e salva confeitaria da crise
Casos semelhantes
Na última terça-feira outros dois casos climáticos semelhantes foram julgados.
Um foi apresentado por jovens portugueses que apresentaram uma petição contra mais de 30 governos europeus.
O outro foi apresentado por um antigo presidente da Câmara de uma cidade francesa.
Ambos foram julgados improcedentes.
Com informações de CNBC.

20 anos sem Gisberta, a brasileira que virou música e obrigou Portugal a combater a transfobia
Príncipe William mandou R$ 7 milhões para reflorestar a floresta Amazônica
Brasileiro de 15 anos é ouro na Olimpíada de Astronomia nos EUA
Amizade genuína de jovem com idoso de 91 anos começou por ato de bondade
Professora ganha prêmio de US$ 1 milhão por transformar favelas em 800 salas de aula
Pai descobre filha que não conhecia e a adota oficialmente 40 anos depois
Bombeira se aposenta, ganha homenagem e se emociona: “hora de cuidar de mim”; vídeo
Começa Feirão Limpa Nome; veja onde negociar dívidas com 99% de desconto
Criança interrompe missa com gatinho e pede para o padre abençoar o felino; vídeo
Autista, filha de doméstica e pai analfabeto, é aprovada em Medicina: “quebra de ciclo histórico”
Desconhecidos recolhem refrigerantes derramados na pista, devolvem ao motorista e vídeo bate 7 milhões