Mãe se torna policial aos 60 anos; voltou a estudar aos 50 e passou no concurso

Mãe e policial aos 60 anos! Esta brasileira acaba de assumir a função, depois de ser aprovada no concurso público. Detalhe: a advogada Cleir Maria Luís voltou a estudar com 50 anos de idade, depois que criou os filhos.
Bem-humorada, Cleir contou que “ganhou 10” nas provas de esforço físico e psicológico, surpreendendo até os colegas. “Todo mundo consegue, basta querer que, com certeza, vai colher os frutos. A pessoa deve acreditar naquilo que ela quer, com determinação e muita fé. “
A história dessa mãe de dois filhos adultos inspira e mostra que a determinação vence tudo e não tem idade. “Nós todos somos capazes por mais que os outros queiram que a gente acreditar que não, por mais que estejam falando o contrário, com muita fé e foco, vai conseguir”, afirmou a nova policial.
A virada na vida
A história de desafios e superação dessa mãe brasileira começa na infância, em Itanhomi, no interior de Minas Gerais. Ainda bebê, ela perdeu o pai e a mãe, sem condições, teve de colocá-la para adoção junto com os irmãos.
Cleir precisou trabalhar muito jovem, o que dificultou os estudos. Mas nunca deixou de fazer planos e se organizar. Aos 40 anos, já com os filhos crescidos, entrou na faculdade de Direito. Ela advogou por 10 anos.
Aos 50 anos, resolveu focar os estudos no concurso público com seu perfil. A carreira policial era um sonho. Além dos estudos, ela também se dedicou no preparo físico para a prova de aptidão.
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Vida de concurseira
Depois dos 50 anos, Cleir decidiu que seria policial. Segundo ela, uma das grandes dificuldades foi aliar a vida de advogada com a de concurseira.
“Eu disse para mim: ‘enquanto eu não passar, não vou parar”. Não desviei o foco”, afirmou ela, que estudava de quatro a cinco horas por dia e aproveitava cada intervalo.
Nem a família acreditava
Ela teve apoio dos filhos embora eles não acreditassem que a mãe conseguiria. “Se a gente estudar, a gente consegue”, afirmou.
E ela deixa um recado importante: “Enquanto a gente vive, a gente pode fazer novas coisas”, disse a nova policial a Gabriel Granjeiro, do Grancursos em Brasília.

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