Fim da criação de animais para peles. Noruega fecha fazendas e acaba com a crueldade. Viva!

Que notícia boa! A Noruega deu um passo histórico em defesa dos direitos dos animais e acabou com as fazendas de criação de animais para retirada das peles. E não é promessa. A medida já entrou em vigor.
Com isso, aproximadamente 200 fazendas estão sendo fechadas, encerrando décadas de exploração de raposas e visons para a produção de artigos de luxo. A decisão foi tomada em 2018 e, desde então, o governo deu um tempo para que os empresários se programassem. Agora acabou.
Assim, o país se junta a outras nações europeias, como Reino Unido e Holanda, que já proibiram esta prática cruel, execrada por grupos de ativistas que lutam pelos direitos dos animais.
Fim de uma era
Entre os anos 1950 e 1960, a Noruega era um dos maiores produtores de peles do mundo. Ao longo das últimas décadas, a sociedade passou a criticar a prática. Desde então, foi registrada uma queda expressiva no consumo desses produtos.
Segundo a organização Fur Free Alliance, o uso chegou a cair, desde 2015, em 85%.
A mudança de comportamento da sociedade, principalmente os mais jovens, levou o governo norueguês a tomar a decisão.
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Desafios para criadores
O fechamento vai impactar diretamente os produtos que tinham a atividade como fonte de renda.
Para minimizar os prejuízos, o governo vai oferecer uma compensação financeira aos produtores.
Além disso, o país traça um plano para fazer com que os empresários se adaptem a novas formas de trabalho.
Impacto global
A proibição da Noruega acompanha uma tendência mundial.
No auge, em 1939, o país chegou a ter quase 20 mil fazendas especializadas na criação de raposas para extração de pele.
O mercado passou por altos e baixos nas últimas décadas, após pressão de ativistas.
Diversos países europeus têm endurecido as regras para esse tipo de indústria, que precisa acabar com urgência.
Animais têm sentimentos, que ninguém se esqueça disso.

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