Bebê com AME recebe tratamento ainda no útero e nasce saudável

Olha que notícia boa: pela primeira vez, uma bebê diagnosticada no útero com Atrofia Muscular Espinhal (AME), passou por um tratamento, nasceu saudável e sem sinais aparentes da condição.
A intervenção pioneira ocorreu por cientistas do St.Jude Children’s Research Hospital, nos Estados Unidos, e foi divulgada no New England Journal of Medicine.
O tratamento utilizou o medicamento risdiplam, administrado de forma oral à mãe durante as últimas seis semanas de gestação. Hoje, a bebê já tem dois anos e meio, e apesar de não apresentar sinais, continua sob acompanhamento médico.
O que é AME
A Atrofia Muscular Espinhal é uma doença genética e rara, que afeta aproximadamente um em cada 11 mil bebês.
Ela é causada pela falta de uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores. O tipo 1 da doença, o mais grave, pode se manifestar logo nos primeiros meses de vida e compromete a respiração e deglutição.
Atualmente, existem tratamentos que conseguem melhorar a qualidade de vida dos pacientes, mas a maioria deles precisa ser administrada logo após o nascimento.
Leia mais notícia boa
- Homenagens ao homem do ‘sangue dourado’; ajudou a salvar 2 milhões de bebês
- Aos 81, Robert De Niro mostra sua bebê de 22 meses, a filha Gia
- Bebês hospitalizados ganham ensaio de Carnaval para aumentar esperança; Pingo de Gente
Outro caso de AME na família
Os pais da criança foram diagnosticados como portadores das variantes associadas à AME. Eles já haviam perdido um filho para a doença.
Nesse cenário, os médicos decidiram testar o risdiplam, que já estava sendo utilizado em bebês diagnosticados logo após o nascimento.
Aos dois anos e meio, o pequeno segue saudável e os resultados impressionaram.
“Durante o curso da avaliação, realmente não vimos nenhuma indicação de quaisquer sinais de AME”, destacou Richard Finkel, responsável pelo estudo.
Próximos passos
Com base no sucesso inicial, o grupo quer mais.
Agora, os cientistas querem ampliar a pesquisa e entender melhor os impactos do tratamento precoce.
Além disso, é preciso avaliar a segurança em mais pacientes.
Caso os bons resultados se confirmem, a nova abordagem pode revolucionar o tratamento da AME e impactar milhares de crianças em todo o mundo.

Brasileiro mostra marmita que esquenta sozinha, sem microondas, e custa 4 reais; vídeo
Cachorrinha resgatada com pelos emaranhados ganha tosa, fica linda e é adotada; viralizou
Filha encontra mãe biológica após 37 anos separadas
Mulher que morou nas ruas ganha na loteria e paga compras de estranhos em supermercado
Acordo Mercosul-UE: vinhos vão ficar até 27% mais baratos; veja o top 10
Como Matt Damon ajudou o amigo Ben Affleck durante vício e divórcios
Plataforma brasileira de educação para autistas ganha prêmio nos Emirados Árabes
Homem sem-teto interrompe entrevista para comemorar aposentadoria; vai sair das ruas
Ernesto Paglia é o novo apresentador do Roda Viva, da TV Cultura
Remake de Dona Beja, novela sucesso da Manchete, tem data de estreia global na HBO Max
Conheça o empresário brasileiro que já plantou 400 mil árvores em risco de extinção no PR