Relacionamentos dão mais felicidade que dinheiro, fama ou conquistas profissionais, revela pesquisa

Depois de quase 80 anos acompanhando centenas de pessoas, pesquisadores de Harvard chegaram a uma conclusão surpreendente: o segredo da felicidade não está no dinheiro nem no sucesso, mas sim em manter relacionamentos ao longo da vida.
Esse é o principal achado do Estudo de Desenvolvimento Adulto de Harvard, a pesquisa mais longa já feita sobre felicidade e saúde mental. Os participantes que mantiveram vínculos fortes com amigos, familiares e parceiros não só foram mais felizes, como também viveram mais.
“A mensagem mais clara que obtemos deste estudo de 75 anos é esta: Bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e saudáveis. Ponto final”, disse Robert Waldinger, autor do estudo, em uma entrevista divulgada pelo The New York Times na semana passada.
Estudo longo
Iniciado em 1938, o Estudo de Harvard acompanhou centenas de voluntários ao longo de décadas.
Muitos envelheceram, alguns partiram, mas o que permaneceu foi o padrão entre eles: a importância de se relacionar bem com alguém.
Aqueles com relacionamentos saudáveis, sejam amorosos, familiares ou de amizade, tinham um maior bem-estar físico e emocional.
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Felicidade nas pequenas coisas
Para a cientista Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, o segredo está nas relações humanas.
Os estudos de Sonja, assim como os de Robert, apontam que pequenos gestos de gratidão ou generosidade podem fazer a diferença.
“Quando escrevo uma carta de gratidão para minha mãe, isso me faz sentir mais conectada a ela. Quando pratico um ato de gentileza, isso me faz sentir mais conectada à pessoa que estou ajudando, ou simplesmente à humanidade como um todo. Sim, você poderia correr, e isso te deixaria mais feliz … Mas eu diria que 95% das coisas que são eficazes para fazer as pessoas felizes e que se mostraram verdadeiras por meio de intervenções para a felicidade são porque elas fazem as pessoas se sentirem mais conectadas umas às outras.”
Pequenas trocas, grandes impactos
Mesmo interações rápidas com desconhecidos, como trocar palavras com alguém no ponto de ônibus ou na fila do mercado, são capazes de melhorar o humor.
Segundo uma pesquisa da Universidade de Chicago, não se pode subestimar o poder dos pequenos momentos.
De acordo com os cientistas, pequenas trocas podem gerar grandes impactos.
Outro dado interessante vem da psicóloga Julia Roher, do Instituto Max Planck.
As pesquisas dela apontam que quem coloca como meta passar mais tempo com amigos e família, têm aumento maior na satisfação com a vida do que aquelas focadas em carreira ou dinheiro.
Pense nisso!

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