Pantanal tem queda de 75% no desmatamento; Cerrado, 25%; Amazônia, 5%

Que notícia boa! O Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), registrou dados positivos sobre o meio ambiente do Brasil. A taxa de desmatamento do Pantanal teve queda de 75% entre agosto de 2024 e abril de 2025. No mesmo período houve redução de 25% da área destruída no Cerrado e, 5% na Amazônia.
Porém, o governo federal informou que manterá o alerta em relação à possibilidade de devastação nos próximos meses, com a chegada da seca.
“Nosso compromisso é promover uma queda constante e estruturada do desmatamento, por isso que os ajustes vão sendo feitos ao longo de todo o processo”, explicou a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
Pacto pelo meio ambiente
No Pantanal, foi firmado pacto entre Ministério do Meio Ambiente e o governo de Mato Grosso do Sul. Nele, foi instituída uma nova lei estadual que limita o desmatamento em áreas críticas e sensíveis.
Os governadores da região conhecida como Matopiba, que engloba áreas agrícolas nas fronteiras dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, também participam.
O pacto é voltado ao controle do desmatamento ilegal no Cerrado, com ênfase no monitoramento e fiscalização de imóveis com os maiores índices de desmatamento registrados em 2023, com base no Cadastro Ambiental Rural (CAR), segundo a Agência Brasil.
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Prevenção e controle
Uma série de ações faz parte dos Planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas na Mata Atlântica e no Pampa pela Comissão Interministerial de Prevenção e Controle do Desmatamento.
Os planos passam a integrar um conjunto que já existia, mas foi desmontado no governo anterior.
No total, há projetos específicos para a Mata Atlântica e Pampa, que se somam aos já existentes para a Amazônia (PPCDAm), Cerrado (PPCerrado), Caatinga (PPCaatinga) e Pantanal (PPPantanal), segundo o governo federal.
O motivo é simples: preservar e cuidar do meio ambiente afeta diretamente os efeitos da mudança climática, que tem provocado cheias em várias partes do planeta, como a do Rio Grande do Sul, que matou pelo menos 180 pessoas, deixou 600 mil sem abrigo e assombrou o país em abril de 2024.

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