Ultrassom 8D revela rosto realista do bebê antes de nascer e emociona pais

Checa de ansiedade para saber com quem o filho vai se parecer. Um ultrassom em 8D revela rosto do bebê, com riqueza de detalhes, antes mesmo do nascimento.
A nova técnica usa inteligência artificial para processar imagens de ultrassons tradicionais. Ela usa um software de IA que interpreta os dados e as imagens de um exame de ultrassom comum, em 3D ou 4D, e aí gera uma foto do rosto do feto em alta definição.
A novidade já caiu no gosto de famosos. Celebridades como MC Guimê e Ludmilla compartilharam nas redes sociais imagens geradas por inteligência artificial dos rostinhos de seus filhos antes mesmo do nascimento.
A reação dos futuros pais
O obstetra Alan Hatanaka, um dos médicos que oferecem a novidade, disse ao Fantástico como usa a IA para chegar às imagens: “Fui fazendo meus testes e consegui fazer essa imagem para transformar os bebês em uma realidade maior”, revelou.
E reação das famílias ao ver o resultado do ultrassom 8D é cheia de emoção. A médica Giovanna se encantou com a imagem da filha Gabi: “Ai meu Deus, é muito tchutchuca. Olha o narizinho, é igualzinho o meu”.
Já Amanda ficou radiante ao ver a imagem da filha, Ester, gerada pela inteligência artificial: “Mãe, ela é linda!”, comemorou.
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Antes e depois
Suelen, mãe de Benício, que nasceu há três semanas, ficou impressionada com a precisão da tecnologia.
Ela disse que o recém-nascido tem a mesma carinha que apareceu no ultrassom 8D.
“Quando nasceu a gente ficou impressionado. Veio o narizinho, a boquinha, o queixinho, a bochecha. Tudo, sabe? Foi uma sensação emocionante, valeu muito a pena fazer”, relatou a mãe.
A evolução da tecnologia
A ultrassonografia começou a se popularizar nos anos 1970 com o 2D, que mostrava uma imagem chapada do feto.
Depois vieram os exames em 3D e 4D, que já permitiam ver o bebê em movimento e com mais detalhes, como o piscar de olhos e o ato de engolir o líquido amniótico.
Agora chega o ultrassom 8D, método que não é considerado uma evolução médica para diagnósticos, mas tem ganhado popularidade por criar uma forte conexão emocional.
“Não é que é uma nova tecnologia, é você pegar uma informação médica que já estava ali e usar a inteligência artificial para representar isso de uma maneira diferente”, disse o médico Marcos Menezes, que compara a técnica a usar um aplicativo para colocar uma foto de alguém em outro cenário.
O ultrassom 8D é tratado como um serviço extra.
“É um carinho a mais. Exatamente por isso que eu nem faço esse serviço aqui. Eu simplesmente dou a foto para as mulheres porque é um extra”, conta o doutor Alan, que presenteia suas pacientes com a imagem.

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