Quem é a brasileira de 20 anos que venceu o prêmio internacional de biologia quântica

Ela foi lá e conseguiu. A estudante brasileira Gabriela Frajtag, de 20 anos, mandou bem no prêmio internacional de biologia quântica, o Foundational Questions Institute (FQxI).
Gabriela, que nasceu no Rio de Janeiro, recebeu o Prêmio Especial de Graduação, no valor de US$ 3 mil (pouco mais de R$ 15 mil), por ter participado ainda durante a graduação.
A jovem é recém-graduada pela Ilum, faculdade vinculada ao Cnpem (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais).
O artigo da brasileira
O texto dela concorreu com outros 97, enviados por participantes de seis continentes. Entre eles estão acadêmicos, médicos, cientistas e estudantes. No total, oito autores foram premiados e dividiram o prêmio de US$ 53 mil (quase R$ 300 mil).
O artigo da jovem de 20 anos “The Quantum of Biology: History and Future”, analisa a evolução histórica da biologia e discute o que chama de “quantum da biologia” — o conjunto mínimo de recursos quânticos que um sistema vivo precisaria gerar ou explorar para obter vantagem adaptativa.
Ela foi a única brasileira reconhecida na competição promovida pela FQxI, em parceria com o Paradox Science Institute e apoio do IDOR Ciencia Pioneira.
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O tema da edição
O tema desta edição foi a chamada biologia quântica, que investiga se fenômenos quânticos podem desempenhar papel relevante em sistemas vivos.
A relação entre a física quântica e a biologia ganhou projeção em 1944, quando o físico austríaco Erwin Schrödinger publicou o livro “What Is Life? The Physical Aspect of the Living Cell”.
Ele formulou a equação em 1925, por isso, o ano de 2025, centenário da obra, foi dedeclarado pela UNESCO como o Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas.
Premiação criada em 2006
Já a premiação FQxI foi criada em 2006 pelos físicos Max Tegmark e Anthony Aguirre para financiar pesquisas exploratórias nas ciências físicas. O prêmio concedeu mais de US$ 29 milhões em bolsas para projetos em diferentes áreas.
Este ano, deu empate no primeiro lugar, entre Samuel Morriss, médico na Austrália, e Connor Thompson, doutorando na Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá.

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