1º casal homoafetivo do Brasil tem gêmeos com genes dos dois pais

Nasceram esta semana os primeiros gêmeos do Brasil gerados com genes dos dois pais.
O casal homoafetivo Gustavo Catunda de Rezende e Robert Rosselló Garcia conseguiu ter os filhos após a Resolução do Conselho Federal de Medicina – CFM 2.294/21 – que permite utilizar óvulos de parentes, de até quarto grau, para gerar bebês.
Os gêmeos Marc e Maya foram gerados na barriga de Lorenna Resende, de 27 anos, prima de Gustavo, com óvulo doado pela irmã dele, Camila Catunda, de 20 anos.
Os bebês nasceram na última quarta, 23.
A comemoração da família
O casal de engenheiros Gustavo Catunda de Rezende, brasiliense de 29 anos, e Robert Rosselló Garcia, cubano de 31 anos está junto há mais de 10 anos.
Eles comemoraram o nascimento dos filhos no Instagram criado pelos dois, chamado @2depais:
“Hoje foi sem dúvidas o dia mais longo e mais emocionante das nossas vidas. O sentimento é impossível de se descrever. Não, nunca sentimos nada que se comparasse ao sentimento que tivemos hoje! Nosso amor de casal, que já era o maior do mundo, agora tomou uma proporção imensurável. O amor de uma família que se formou hoje. Nosso maior legado”, escreveram.
O casal postou fotos e vídeos de toda a gestação, disseminando informações sobre o assunto.
Sem tabus
“A comunicação foi muito rápida. A Lorenna foi lá em casa, com a mãe dela, fizemos pão de queijo e conversamos sobre isso, com muita naturalidade e sem tabus”, falou Gustavo nas redes.
Lorena contou que tudo foi muito bem pensado: “É um ato de amor, não foi nada comercial, até porque a sua vida muda, principalmente a mudança corporal. Então não foi algo impulsivo, eu já sou mãe, já passei por esse caminho, e sei como é. Tive e tenho uma rede de apoio enorme. Eu vou ser a tia das crianças, para quem pergunta, e não a mãe”, comentou ela.
O casal tinha o sonho de usar a combinação de material genético de ambos para serem pais, mas, em 2015, eles descobriram que não iam poder usar o óvulo da irmã de Gustavo por conta das leis do Brasil na época.
Naquela época, a doação de material genético só poderia ser feita de forma anônima. Porém, recentemente, a resolução do CFM permitiu que o casal chamasse a prima Lorenna para ser a barriga solidária.
Com informações da Pais&Filhos e MarieClaire

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