Remédio para pressão pode prevenir o Alzheimer, descobrem cientistas

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Remédio para pressão pode prevenir o Alzheimer, doença que atinge o cérebro e tem como principal sintoma a perda de memória.
Pesquisadores americanos, do Instituto de Pesquisa e Educação em Saúde do Pacífico, descobriram indícios de que os remédios usados para hipertensão também podem proteger a pessoa contra os efeitos do Alzheimer.
Mais de 700 homens idosos participaram do estudo. 610 tinham pressão alta ou tomavam algum medicamento para combater a doença.
De acordo com os resultados da pesquisa, qualquer tipo de tratamento para hipertensão é melhor do que nada, mas os que incluem betabloqueadores, muito comuns e bastante utilizados no Brasil, são mais eficazes.
O betabloqueador aumenta a quantidade de oxigênio no cérebro, diminui a adrenalina e, consequentemente, a pressão.
Ele também é usado para prevenir doenças do coração.
Os resultados do trabalho foram divulgados pela Academia Americana de Neurologia e serão apresentados em março, quando acontecerá o encontro anual da entidade.
Alguns médicos dizem que esses remédios betabloqueadores são polêmicos e na Inglaterra a venda de alguns tipos foi proibida.
O benefício apontado no estudo seria o controle dos fatores de risco do Alzheimer.
No mundo, a doença só não é mais temida que o câncer. E não tem cura.
No Brasil afeta um milhão e 200 mil pessoas.
O que os médicos tentam é estabilizar os efeitos no cérebro para que o paciente viva por mais tempo.
“Como o número de pessoas com a doença de Alzheimer tende a crescer significativamente com o envelhecimento da população, é cada vez mais importante identificar fatores que podem retardar ou prevenir o surgimento dessa doença”, diz Lon White, coordenador da pesquisa. “Os nossos resultados são animadores, especialmente pelo fato de que os betabloqueadores são medicamentos comuns no tratamento contra pressão alta.”
Com informações do Jornal da Band e da Veja.

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