Otimismo ajuda a reduzir problemas cardíacos em até 50%, descobrem cientistas

alegria
Comercial
Ter “bom astral”, olhar positivo, otimista, em relação à vida, ajuda a reduzir a incidência de problemas de coração, como ataques cardíacos, em pessoas com histórico familiar da coença.
A conclusão é de uma nova pesquisa norte-americana feita pela Johns Hopkins University.
“Se formos, por natureza, pessoas alegres e olharmos para o lado bom das situações estamos mais protegidos contra episódios cardiovasculares”, explica Lisa R. Yanek, líder do estudo publicado na revista científica American Journal of Cardiology.
Na pesquisa, Yanek e os colegas analisaram dados do GeneSTAR (Genetic Study of Atherosclerosis Risk), uma espécie de censo que durou 25 anos e procurou determinar as causas das doenças cardíacas em famílias dos EUA com histórico médico relevante.
Foram estudados 1.483 irmãos saudáveis de pessoas que tiveram problemas cardíacos antes dos 60 anos, das quais 208 morreram subitamente.
Eles foram acompanhados entre 5 e 25 anos.
Os participantes preencheram questionários relacionados ao bem-estar generalizado e tiveram notas de 0 a 110, com base em aspetos como a alegria, preocupações com a saúde, níveis de ansiedade ou relaxamento, energia e a satisfação com a vida.
Os pesquisadores descobriram que o bem-estar dos participantes mais otimistas estava associado a uma redução de um terço nos casos de doenças cardiovasculares.
Entre os que estavam em maior risco, o otimismo ajudou a uma redução de 50%.
Os cientistas levaram em consideração fatores importantes como a idade, fumo, diabetes, altos níveis de colesterol e a hipertensão arterial.
Para validar os resultados, os pesquisadores fizeram uma outra análise.
Estudaram informações de um outro grupo semelhante e tiveram resultados parecidos: o risco de doença cardiovascular caiu 13% entre os indivíduos com temperamentos mais alegres.
A conclusões são “universais”, mostrando-se idênticas em brancos e negros, homens e mulheres.
De acordo com Lisa R. Yanek, os mecanismos que explicam este efeito positivo ainda estão sendo esclarecidos, mas a pesquisa traz uma nova visão sobre as interações entre corpo e mente.
Estudos anteriores já tinham provado que as pessoas deprimidas e ansiosas têm maiores probabilidades de sofrer com este tipo de patologia, mas não faziam entre o positivismo e a saúde do coração.
Segundo a especialista, “um temperamento feliz tem um verdadeiro efeito sobre a doença e, em consequência da felicidade, é possível ser mais saudável”.
Com informações do Boas Notícias.

Estudo da Dra. Tatiana da polilaminina sai em revista científica internacional: 75% tiveram melhora
Campanha nacional de vacinação começa para crianças e adolescentes; veja quem deve se vacinar
Idosas aprendem boxe, recuperam força e autoestima: “Parece que tenho 15 anos”
Coleta de sangue sem picada de agulha: tecnologia já está sendo vendida a hospitais; entenda
Especialista faz idoso acamado voltar a andar após 3 anos e vídeo da evolução emociona; assista
Cientista mostra que rejuvenesceu 15 anos após tirar 3 alimentos do cardápio: veja quais
STJ condena ministro por assédio de mulheres e aplica perda do cargo pela primeira vez
A$AP Rocky comemora que Rihanna ganha mais que ele e revela novidade; vídeo
Filme Michael volta aos cinemas no aniversário do Rei do Pop; ingressos já estão à venda
Cavalo que ficou cego volta a competir e vence de novo: “Braille equino”; vídeo
Menino generoso faz amigos cortarem o bolo junto com ele na festa de 10 anos; vídeo
Brasileiro Gui Santos vai ganhar mais do que o astro LeBron James na NBA; veja o motivo