5 adolescentes descobrem inovações para combater o câncer: prodígios

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Comercial
Em vez de ficar o dia todo nas redes sociais, namorando, ou jogando videogames, 5 jovens passam o tempo livre em um laboratório, trabalhando para ajudar pessoas com câncer.
Os adolescentes sãos dos Estados Unidos e trabalham para prevenir, diagnosticar e tratar a doença.
A história do primeiro, Jack Andraka, (foto abaixo) você já acompanhou no SoNoticiaBoa.
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Com 15 anos, ele desenvolveu um exame barato e rápido para detectar câncer em estágios iniciais e recebeu US$ 75 mil pelo prêmio mundial de inovação Jovem Cientista da Fundação Intel. Releia aqui.
A brilhante idéia de Jack já está sendo experimentada na renomada Johns Hopkins University, na cidade de Baltimore, nos Estados Unidos. Releia também essa matéria aqui.
Vamos aos outros 4 prodígios:
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Eva Vertes (acima)
Tinha apenas 17 anos quando foi reconhecida pelo seu trabalho. Ela descobriu as propriedades de um composto químico (RPI-069), considerado um passo para a cura de Alzheimer.
A jovem também encontrou uma relação entre as células-tronco e o câncer de cérebro.
Esta descoberta é a base de seu argumento de que o câncer em si é um sistema de auto-reparo do corpo natural a um erro.
Assista aqui a explicação dessa jovem cientista.
Lauren Hodge e Shree Bose (foto acima com o presidente Obama)
Em 2011, essas adolescentes levaram os primeiros prêmios da Primeira Feira de Ciência do Google.
Com apenas13 anos, Hodge Lauren estudou a formação de substâncias cancerígenas no frango cozinha e encontrou um resultado surpreendente: frango grelhado nem sempre é a melhor opção.
Enquanto isso, a Shree Bose pesquisou como a resistência à quimioterapia acontece em câncer de ovário – um avanço que pode melhorar os tratamentos futuros.
Assista as duas jovens apresentarem as suas conclusões aqui.
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Brittany Wenger
A luta de uma prima contra o câncer de mama motivou Brittany a criar uma rede neural artificial para diagnosticar a doença.
Ela ensinou um computador como determinar se uma massa na mama é maligna ou benigna analisando as células coletadas através da aspiração por agulha fina, a forma menos invasiva de biópsia.
Seu programa é 99,1% sensível a doenças malignas, e com mais dados estará pronto para uso hospitalar, diz ela.
A pesquisa da Brittany já rendeu prêmios na Feira de Ciências da Google e na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel.
Todas essas palestras podem ser assistidas no site da TED, que é uma fundação privada sem fins lucrativos dos Estados Unidos, destinada à disseminação de ideias.
Segundo as palavras da própria organização, “ideias que merecem ser disseminadas”.
Exatamente o que estamos fazendo agora.
Com informações do Blog Ted.

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