Vacina sem picada: aplicada em curativo

Foto: divulgação
O fim das picadas!
O pesquisador norte-americano Mark Prausnitz desenvolveu um tipo de vacina que pode ser aplicada de forma tão simples quanto colocar um curativo no braço.
Pela fórmula de Prausnitz, com uma fração de milímetro, 100 microagulhas indolores podem ser aplicadas de uma vez em pacientes contra gripe, rubéola, sarampo e outras doenças.
A partir de um coquetel de açúcar, vacina e um polímero que mantém as agulhas estáveis no corpo, cada “retalho” com o antídoto tem uma dose de vacina.
Para aplicar, basta fixar na pele de alguém como um adesivo.
Em contato com a pele, a picada não dói e a vacina se dissolve no corpo do paciente.
Após 20 minutos, pode ser removida e o paciente está completamente vacinado.
Os adesivos não demandam treinamento para serem aplicados, não precisam de refrigeração e seu custo estimado não deve ser maior do que as vacinas tradicionais.
No caso da rubéola, fica em torno de US$ 1,30 por dose.
Por todas essas vantagens, o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos, junto com a fundação Bill and Melinda Gates, pretende investir em pesquisas do protótipo em humanos até 2017, para implementar a técnica em vacinas contra rubéola.
Com informações do Estadão

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