Café diminui risco de impotência sexual em 40%

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Foto: WikiMediaCommons/Petr Kratochvil
Boa notícia para os homens!
O consumo de café pode ajudar a prevenir a impotência sexual.
É o que revela um novo estudo norte-americano, feito na Universidade do Texas.
Os cientistas descobriram que 2 ou 3 xícaras por dia são suficientes para diminuir em cerca de 40% o risco de um homem ter disfunção erétil.
O resultado foi publicado na edição de abril da revista científica PLOS One.
Motivo
O papel do café na redução do risco de impotência acontece porque a cafeína atua no mecanismo biológico específico, que desencadeia uma série de efeitos farmacológicos responsáveis pelo relaxamento das artérias do pênis e, consequentemente, pela melhoria do fluxo sanguíneo.
A pesquisa
O estudo se baseou em dados de um censo nacional norte-americano, considerando a ingestão de cafeína por intermédio de café, chá, refrigerantes e bebidas energéticas.
Os cientistas descobriram que os homens que consumiam entre 85 a 170 miligramas de cafeína (o equivalente a 2 a 3 xícaras de café) por dia tinham 42% menos probabilidades de sofrer de disfunção erétil do que os que ingeriam entre 0 a 7 miligramas diários.
Já aqueles que ingeriam uma qualidade superior – entre 171 e 303 miligramas de cafeína por dia – apresentavam risco 32% inferior ao dos restantes.
A tendência foi observada tanto em homens saudáveis como em indivíduos com excesso de peso, obesidade ou hipertensão.
Exceção
“Embora tenhamos observado uma redução da prevalência da disfunção erétil entre os homens obesos, hipertensos ou com excesso de peso, isso não aconteceu com os homens diabéticos, já que a diabetes é um dos maiores fatores de risco para este problema”, explica David S. Lopez, coordenador da pesquisa e professor da Universidade do Texas.
“Embora tenhamos observado uma redução da prevalência da disfunção erétil entre os homens obesos, hipertensos ou com excesso de peso, isso não aconteceu com os homens diabéticos, já que a diabetes é um dos maiores fatores de risco para este problema”, explica David S. Lopez, coordenador da pesquisa e professor da Universidade do Texas.
Leia o estudo em inglês aqui.
Com informações do BoasNoticias

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