Viagra feminino pode ser aprovado esta semana

Foto: Getty
O “viagra” feminino poderá ser aprovado esta semana.
A Food and Drug Administration (FDA), órgão dos Estados Unidos – que regulamenta a produção e a comercialização de remédios e alimentos no país – reúne um painel de consultores para decidir sobre a aprovação do remédio chamado Flibanserin.
Desde que o Viagra comprovou ser eficiente do tratamento da disfunção erétil – sem falar nos lucros gerados para a empresa que o desenvolveu – começou uma corrida para encontrar um medicamento semelhante para as mulheres – mas um que tenha uma ação no cérebro e não nos órgãos genitais.
O Flibanserin foi um dos primeiros a largar nessa corrida.
Como
Inicialmente desenvolvido para ser um antidepressivo, provou-se ineficaz na alteração do humor.
Mas nos estudos clínicos com a droga, as mulheres manifestavam um efeito colateral inesperado: um maior interesse em sexo.
O remédio parece agir regulando o equilíbrio dos neurotransmissores nos circuitos cerebrais, principalmente a dopamina, a noradrenalina e a serotonina.
“Acreditamos que a droga normaliza ou compensa algo que não esteja ajudando a afinar esses circuitos”, afirma Stahl. “Ou ainda, ela pode permitir que as mulheres se libertem da ação desses circuitos frontais que estão inibindo o desejo sexual.”
Apesar de não ser uma exclusividade das mulheres – e o Viagra e seus similares estão aí para provar que os homens também enfrentam distúrbios sexuais ao envelhecerem -, a natureza do problema é bem diferente em cada caso.
Diferenças
“Nós, médicos, costumamos dizer que existem três formas de disfunção sexual entre os homens: ereção, ereção e ereção”, afirma Stephen Stahl, psquiatra da Universidade da Califórnia em San Diego. “Entre as mulheres, os problemas também são três: desejo, desejo e desejo.
A causa e as origens do desejo são um mistério para os cientistas, apesar de eles saberem que é algo relacionado ao circuito de compensação do cérebro.
Uma das teorias é que o distúrbio, conhecido como frigidez ou anafrodisia, resulta de uma incapacidade de “desligar” as partes frontais do cérebro responsáveis pelas tarefas cotidianas.
Como resultado, esse circuito, que lida com motivação e prazer, é inibido.
Com informações da BBC

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