Brasil terá primeira reserva para proteção de elefantes da AL

Mato Grosso vai abrigar a primeira reserva para proteção de elefantes no Brasil.
A Área cercada equivalente a mil campos de futebol acolherá animais provenientes de circos e zoológicos
Uma fazenda de 1 mil hectares no Mato Grosso vai abrigar o primeiro santuário de elefantes da América Latina.
As obras para preparar o local, que fica na cidade de Chapada dos Guimarães, a 40 quilômetros do parque nacional que leva o mesmo nome, já começaram, mas ainda faltam as licenças ambientais para que ele de fato possa acolher os animais.
O primeiro lote de tubos de aços, que serão usados para cercar toda a área onde os animais ficarão, chegou à fazenda na semana passada.
O projeto prevê ainda a construção de um galpão para servir de centro veterinário e um local de tratamento.
Doações
Os recursos para a compra do terreno e a construção da estrutura vêm de doações feitas pela organização não governamental Santuário dos Elefantes, que conta com o apoio de outras duas ONGs internacionais dedicadas à proteção dos paquidermes em todo o mundo, a Global Sanctuary for Elephants e a ElephantVoices.
A Global Sanctuary for Elephants está fazendo uma campanha nas redes sociais para arrecadar fundos para terminar a primeira fase do projeto de implantação.
O dinheiro para comprar o terreno também veio de doações, muitas delas obtidas em outros países. No Brasil, a ONG já arrecadou cerca de 50 mil e está em busca de mais R$ 300 mil.
Os elefantes
Para o santuário, podem ir Maya e Guida (foto acima), duas elefantas que vivem há cinco anos em Paraguaçu, no Sul de Minas, e Ramba, outra fêmea, que vive em um zoológico no Chile.
As elefantas que vivem no Brasil eram artistas de um circo de renome nacional e perderam seus empregos por causa da proibição da exibição de animais no Espírito do Santo.
Vítima de maus-tratos, Ramba foi retirada pela Justiça chilena de um circo e está sob custódia de um zoológico.
Atualmente, no Brasil, a exibição de animais em circos é proibida em 11 estados e 50 cidades.
Na América Latina ela é vedada em seis países (Argentina, Bolívia, Paraguai, Equador e El Salvador). No mundo todo, em 27 países essa proibição já está em vigor.
Segundo a fotógrafa e ambientalista Júnia Machado, que coordena o projeto do santuário, existem no Brasil cerca de 25 elefantes em zoológicos e sete em circos.
Em toda a América Latina, segundo ela, são 50 animais em cativeiro. No mundo inteiro, seriam aproximadamente 5 mil elefantes confinados em diferentes tipos de estabelecimentos.
“Estamos nos preparando para receber todos os animais da América Latina, já que a tendência é que a exibição de animais em circos seja proibida em todo o continente.”
Projetos
No Congresso nacional, tramitam 16 projetos proibindo apresentações de animais silvestres em circos, mas todas as propostas estão paradas.
Para Júnia Machado, apesar da demora, a proibição deve ser aprovada não só no Brasil, mas em todo o continente, por isso a necessidade de garantir um espaço decente para que esses animais possam ficar em paz “pelo menos no fim da vida”.
Os elefantes em seu hábitat natural pastam 20 horas por dia e percorrem, no mesmo período, uma extensão de aproximadamente 18 quilômetros.
Júnia alega que as elefantas de Paraguaçu estão debilitadas e no fim da vida.
Com informações do EstadoDeMinas

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