A cirurgia durou cerca de nove horas e o útero doado veio de uma mulher falecida.
O órgão implantado foi conectado à vagina e ligado aos vasos uterinos.
Com a operação, mulheres com deficiência no órgão, ou que tiveram de removê-lo, poderão engravidar pelo menos uma vez na vida.
Após uma ou duas gestações, é preciso retirá-lo – se permanecesse lá, a mulher precisaria tomar remédios a vida inteira para evitar a rejeição do órgão.
A equipe liderada pelo médico Andreas G. Tzakis viajou até a Suécia, onde cirurgiões da Universidade de Gothenburg já haviam realizado nove transplantes temporários de útero.
Entre elas, quatro pacientes tiveram filhos saudáveis, ainda que tenham nascido prematuros. As outras cinco mulheres não conseguiram terminar a gestação.
Fecundação após o transplante
O processo todo começa meses antes.
Os óvulos precisam primeiro ser retirados cirurgicamente, fertilizados com espermatozoides masculinos e congelados.
Eles só voltarão a entrar em cena um ano após o transplante.
É o tempo necessário para o corpo se adaptar ao novo órgão, com a ajuda dos remédios anti-rejeição, e completar o processo de cicatrização.
Após esse período, o embrião pode ser inseminado – a fertilização acontece fora do corpo, in vitro.


Nova injeção destrói células de gordura localizada sem cirurgia, revela estudo
Novo curativo para diabéticos combate infecções e ajuda a pele a cicatrizar feridas; estudo alemão
Composto ligado à romã melhora função cardíaca em até 80% em estudo
Novo exame de sangue que busca detectar mais de 50 tipos de câncer chega ao Brasil
“Células zumbis”: cientistas descobrem por que elas aumentam com o envelhecimento e como eliminá-las
Nobel de Medicina: vence trio que descobriu como controlar neurônios com luz; entenda o avanço
Avó de 71 anos sobe em açaizeiro para trabalhar e neta brinca: “Olha ela repousando”; vídeo
Tenente resgata filhote de tamanduá órfão e bichinho não desgruda dele; vídeo
Brasil bate recorde histórico de voluntários para a Copa do Mundo Feminina de 2027
Alunas de escola pública de Sergipe vencem dois prêmios internacionais de ciência no Paraguai