Alunos usam máscara em apoio a menina que sofreu acidente

Uma lição de solidariedade e companheirismo.
Alunos de uma escola de Gurupi, no sul do Tocantins, começaram a usar máscaras na escola para apoiar uma criança que sofreu um acidente de carro.
Ela teve ferimentos no rosto e precisou usar uma máscara para evitar que o sol manche sua pele.
Preocupada com a reação dos colegas, a mãe da criança pediu para a professora Andreia Ramalho conversar com a turma. Foi aí que surgiu a ideia: “todos vão usar máscara”, disse a educadora.
“A mãe falou que estava preocupada porque a filha teria que usar a máscara e poderia sofrer bullying. Como nós trabalhamos bem a questão da solidariedade e do respeito, conversamos com a turma e todos abraçaram a ideia de colocar máscaras”.
Os 26 estudantes da classe, além de professores da Escola Adventista de Gurupi, confeccionaram máscaras brancas e cobriram os rostos. A atitude deixou a menina emocionada e bem mais à vontade, segundo a professora.
“A reação deles foi surpreendente, fiquei emocionada porque abraçaram a causa. Todo estão com a máscara e vamos ficar até o dia que ela precisar”, contou.
Com informações do G1

Desconhecidos recolhem refrigerantes derramados na pista, devolvem ao motorista e vídeo bate 7 milhões
Idosa impedida de estudar pelo marido entra na universidade aos 65 anos: “uma alegria”
João Gomes faz homenagem à doutora Tatiana da polilaminina em show no Rio; vídeo
Policial que amamentou bebê abandonada no mato recebe homenagem; vídeo
Amizade genuína de jovem com idoso de 91 anos começou por ato de bondade
Professora ganha prêmio de US$ 1 milhão por transformar favelas em 800 salas de aula
Bombeira se aposenta, ganha homenagem e se emociona: “hora de cuidar de mim”; vídeo
Começa Feirão Limpa Nome; veja onde negociar dívidas com 99% de desconto
20 anos sem Gisberta, a brasileira que virou música e obrigou Portugal a combater a transfobia
Criança interrompe missa com gatinho e pede para o padre abençoar o felino; vídeo
Autista, filha de doméstica e pai analfabeto, é aprovada em Medicina: “quebra de ciclo histórico”