Pai usa dinheiro de casamento para construir casas para sem-teto

Compaixão e solidariedade! Em vez de gastar dinheiro com a festa de casamento da filha, um empresário indiano decidiu fazer uma boa ação.
Ajay Munot construiu 90 casas para pessoas de extrema pobreza de sua comunidade. Tudo com a aprovação da filha dele, Shreya, claro.
Empresário do ramo comercial de tecidos e de trigo no distrito de Aurangabad, no leste da Índia, Ajay deu os imóveis para moradoras de favelas, que não têm nenhum tipo de vício.
Segundo a ABC Espanhola, as casas são pequenas e simples, têm menos de 5 metros quadrados, mas valem muito para quem não tem onde morar na Índia.
Elas têm duas portas e duas janelas, instalações de água e energia elétrica.
O International Business Times informou que pelo menos 40 famílias já se mudaram, e o restante deve ir nos próximos dias.
A noiva
Shreya, disse apoiar a decisão do pai. Após a cerimônia de casamento, ela e o marido participaram da entrega das chaves aos contemplados.
A noiva disse à emissora ANI que considerou a atitude do pai seu melhor presente de casamento.
Com informações da ABC e RPA

Desconhecidos recolhem refrigerantes derramados na pista, devolvem ao motorista e vídeo bate 7 milhões
Idosa impedida de estudar pelo marido entra na universidade aos 65 anos: “uma alegria”
João Gomes faz homenagem à doutora Tatiana da polilaminina em show no Rio; vídeo
Policial que amamentou bebê abandonada no mato recebe homenagem; vídeo
Amizade genuína de jovem com idoso de 91 anos começou por ato de bondade
Professora ganha prêmio de US$ 1 milhão por transformar favelas em 800 salas de aula
Bombeira se aposenta, ganha homenagem e se emociona: “hora de cuidar de mim”; vídeo
Começa Feirão Limpa Nome; veja onde negociar dívidas com 99% de desconto
20 anos sem Gisberta, a brasileira que virou música e obrigou Portugal a combater a transfobia
Criança interrompe missa com gatinho e pede para o padre abençoar o felino; vídeo
Autista, filha de doméstica e pai analfabeto, é aprovada em Medicina: “quebra de ciclo histórico”