ITA e INPE são escolhidos para fazer satélite financiado pela NASA

Os institutos brasileiros ITA – Instituto Tecnológicos de Aeronáutica – e o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – foram escolhidos entre 70 concorrentes para desenvolver um nanosatélite financiado pela NASA Headquarters.
A pesquisa é para lançar um nanosat 6U a partir da Estação Espacial Internacional (ISS). Ele irá a uma altitude de 400 km e uma inclinação de cerca de 52⁰ para investigar o clima espacial.
Além do ITA e do INPE a proposta do Marshall Space Flight Center envolve as universidades americanas de Utah, do Alabama (em Huntsville) e do Texas (em Dallas).
A missão denomina-se Scintillation Prediction Observation Research Task (SPORT) e o satélite vai operar na ionosfera, que é a camada superior da atmosfera terrestre que se estende de 50 km a 1000 km de altitude.
Ela é composta basicamente por elétrons e átomos carregados eletricamente devido à forte incidência da radiação solar que induz estes estados.
A camada ionosférica é extremamente importante para a transmissão de ondas de rádio e para a precisão do sinal de GPS.
Motivo
O que ocorre é que a camada ionosférica é susceptível à formação de bolhas de plasma e cintilações, principalmente nas regiões próximas ao equador magnético, e estes fenômenos causam distúrbios diversos.
A situação pode ser agravada pela ocorrência de tempestades solares que lançam grandes quantidade de radiação ionizante em direção à Terra.
ITA/INPE
A parte destinada ao ITA é o projeto, a integração e os ensaios da plataforma, enquanto as universides americanas são responsáveis pela carga útil, ou seja, em elaborar os instrumentos de medição da ionosfera.
Já o INPE terá a tarefa de coordenar o segmento de solo, ou seja, controlar o satélite, receber os dados, tratá-los e disponibilizá-los para a comunidade científica.
Segundo o gerente da plataforma e professor do ITA, Dr. Luís Loures, “o projeto SPORT permitirá ao instituto a consolidação de sua competência na área de cubesats, criando as condições para uma evolução constante na pesquisa em engenharia de pequenos satélites”.
Com informações do ITA

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