Google, Starbucks, Apple e Netflix dão resposta a Trump

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CEO da Google Sundar Pichai - Foto: Bloomberg/Getty Images
CEO da Google Sundar Pichai - Foto: Bloomberg/Getty Images

Se Donald Trump queria polêmica, conseguiu… e a briga é com empresas gigantes da América.

Várias delas estão anunciando ajuda aos refugiados, em protesto ao decreto do presidente americano contra refugiados e cidadãos de sete países maioritariamente muçulmanos: Síria, Líbia, Sudão, Irã, Iraque, Somália e Iêmen.

A rede Starbucks disse que vai contratar nos próximos cinco anos 10 mil refugiados nos 75 países em que está presente.

O presidente da rede, Howard Schultz, se comprometeu por escrito a fazer a boa ação.

A Starbucks anunciou que vai empregar aqueles que fogem de guerras, perseguições e discriminações para os países onde a rede está presente.

Nos Estados Unidos, a Starbucks começará por contratar refugiados que trabalharam para o exército americano, por exemplo como intérpretes.

Google

A resposta da Google à proibição de Trump também foi imediata.

A gigante da tecnologia doou US $ 2 milhões para causas de refugiados.

O CEO da Google, Sundar Pichai, pediu a seus funcionários que combinassem a doação a organizações de direitos civis.

Os fundos irão para a União Americana de Liberdades Civis, o Centro de Recursos Legais para Imigrantes, o Comitê Internacional de Resgate e para o ACNUR.

Apple

Tim Cook, CEO da Apple disse: “A Apple não existiria sem imigração, muito menos prosperar e inovar da maneira que fazemos”.

O fundador da Apple, Steve Jobs, era filho de um imigrante sírio.

Netflix

O CEO da Netflix, Reed Hastings, disse que a primeira semana de mandato do presidente “é muito triste”.

“As ações de Trump estão prejudicando os funcionários da Netflix em todo o mundo e são tão anti-americanas”, escreveu em um post no Facebook.

“É hora de unir os braços para proteger os valores americanos de liberdade e oportunidade.”

Com informações do G1 e DailyMail