Europa aprova nova droga contra artrite reumatoide

A Europa aprovou uma nova droga para artrite reumatoide (AR), que poderá ajudar pacientes que não respondem a remédio tradicional.
De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 2 milhões de pessoas sofrem da doença no Brasil, com dores nas articulações, inchaço – principalmente nas mãos e pés -, nódulos, vermelhidão e deformidade nos membros afetados.
No último mês, o 34º Congresso Brasileiro de Reumatologia, que aconteceu em Florianópolis, apresentou uma nova droga, o baricitinib , que demonstrou avanços significativos relacionados à melhora dos pacientes com a condição.
“Desde 2009, não temos novas drogas e novos tratamentos. Agora, neste ano, surgiram três novas drogas, entre elas o baricitinib, inibidor que age na estrutura da célula e serve para qualquer problema reumatológico”
Palavras de um dos principais especialistas de AR da atualidade, Josef Smolen, professor da Universidade Médica de Viena, na Áustria.
O remédio
A substância está presente em um remédio chamado Olumiant, fabricado pelo laboratório farmacêutico Eli Lilly, que está disponível na Europa, mas ainda não tem data para chegar ao Brasil.
O medicamento é indicado para o tratamento de AR ativa nos estágios moderado e grave em adultos que não tiveram resposta adequada aos tratamento
“A artrite reumatoide pode começar em qualquer idade. Pode atingir um bebê de dois meses ou um senhor de 90 anos. Mas o importante é tratar a doença assim que diagnosticada, e não esperar, pois essa é uma doença que se modifica”, alertou o professor Smolen.
A doença
Autoimune, inflamatória, sistêmica e crônica, a doença é mais presente entre as mulheres e a incidência aumenta com a idade. O maior pico é entre os 30 e 50 anos.
A artrite reumatoide provoca uma inflamação nas articulações, afetando seus revestimentos, provocando dores desconfortáveis e até impedindo a movimentação.
“A doença provoca uma reação no sistema imunológico, fazendo com que ele ataque os próprios tecidos e articulações do organismo”, explicou Lívia Gonçalves.
As chances de respostas positivas dos pacientes aos remédios comuns são de 20% a 30%, usando qualquer droga.
”Quando esses tratamentos falham, a eficácia vai ser apenas de 10 a 15%. Por isso, qualquer nova medicação é uma oportunidade para tratar mais pessoas”, afirma.
Um estudo recente, e apresentado durante o congresso, apontou que com o uso de baricitinib a resposta positiva dos pacientes que participaram da pesquisa chegou até 60%.
Com informações do IG

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