Rede cria calcinhas e sutiãs para pessoas com mobilidade reduzida

2427
Fê Barcelos veste as lingeries descomplicadas - Fotos: reprodução / Instagram
Fê Barcelos veste as lingeries descomplicadas - Fotos: reprodução / Instagram

Moda íntima inclusiva! A rede de lojas Renner desenvolveu calcinhas e sutiãs descomplicados, funcionais e confortáveis para pessoas quem tem mobilidade reduzida.

O sutiã tem fechamento frontal e a calcinha fechamento lateral, para tornar as lingeries mais fáceis de vestir, sem incomodar a mulher.

“As peças são feitas em tecidos macios, com etiquetas facilmente removíveis e características funcionais que facilitam na hora de vestir, como o fechamento lateral na calcinha” explicou a marca em um post no Instagram.

A nova coleção de Lov foi lançada na semana passada, no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

A modelo que aparece nas fotos exibindo as peças é a Fê Barcelos “colaboradora do grupo Renner, [que] participou dessa cocriação”, informa a marca.

Sentada numa cadeira de rodas motorizada, Fê aparece vestindo peças íntimas na cor preta.

A foto seguinte mostra o detalhe da calcinha com fechamento lateral e botões, que facilitam na hora de vestir.

Aplausos à Renner pela inclusão, porque não é pouca gente que tem dificuldade para vestir roupas íntimas. E que tal estender a boa ideia para os meninos, Renner?

45,6 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência, de acordo último Censo Demográfico do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Veja as fotos:

Sutiã com abertura frontal - Foto: reprodução / Instagram
Sutiã com abertura frontal – Foto: reprodução / Instagram
Calcinha com fechamento lateral - Foto: reprodução / Instagram
Calcinha com fechamento lateral – Foto: reprodução / Instagram
Parte de traz do sutiã - Foto: reprodução / Instagram
Parte de traz do sutiã – Foto: reprodução / Instagram
Fê Barcelos - Foto: reprodução / Instagram
Fê Barcelos – Foto: reprodução / Instagram

 

View this post on Instagram

 

A post shared by Lojas Renner (@lojasrenner)

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa